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Relatório sobre tendências e cenários globais da energia renovável prevê a redução de 69% das emissões de CO2 até 2050

A Statkraft, maior produtora de energia renovável da Europa e presente em 21 países em todo o mundo, lança a oitava edição do relatório anual Low Emissions Scenario, que analisa as diretrizes e impactos da transição energética global até 2050. Conforme o estudo, as emissões de CO₂ diminuirão 69% até a data estimada pela empresa, em comparação com os níveis atuais, e seguem um caminho que limita o aquecimento global a menos de 2°C, representando um ritmo um pouco mais rápido e otimista do projetado no relatório do ano passado.

Motivos por trás do aumento da competitividade das energias renováveis e seu impacto na segurança energética global

O cenário, desenvolvido com o conhecimento de mais de 50 especialistas e analistas de todas as subsidiárias Statkraft, pressupõe que os mercados, as políticas e o desenvolvimento tecnológico continuam a impulsionar a transição de energia limpa globalmente. É o caso das energias solar e eólica, que crescerão 22 e 12 vezes, respectivamente, em comparação com os níveis atuais. Pela análise feita, este crescimento é impulsionado pela grande competitividade e apoiado pela segurança energética, assim como pela agenda climática mundial.

“Com o Low Emissions Scenario, podemos ver que o Brasil acompanha de perto os movimentos observados de forma mundial, com grandes investimentos na energia solar e eólica. A Statkraft Brasil segue sua estratégia renovável de investimentos nessas duas fontes. Em 2023, recebemos a outorga da Aneel para implantação de projetos solares e ainda assinamos a compra de dois novos parques eólicos no Rio Grande do Nordeste”, destaca Fernando De Lapuerta, Diretor Presidente Statkraft Brasil.

O estudo destaca ainda que o custo das tecnologias limpas primárias, como a energia eólica e solar e as baterias, diminuíram 69% a 89% mundialmente na última década.

Relatório deste ano adiciona mais dois cenários pela primeira vez: Rivalidade de tecnologia limpa X Transição atrasada

Apesar do cenário positivo e realista, o relatório reconhece que existem incertezas e riscos que podem atrasar a transição ou torná-la mais dispendiosa. O documento apresenta, portanto, dois cenários adicionais pela primeira vez, explorando como as tensões geopolíticas e as rivalidades regionais podem afetar o ritmo e o escopo da transição energética.

O cenário de rivalidade de tecnologia limpa pressupõe que potências globais como Estados Unidos, União Europeia e China se envolvam em uma competição protecionista alimentada por subsídios nas cadeias de fornecimento de energia limpa. O cenário de transição atrasada pressupõe que desafios iminentes, como inflação e custos de vida elevados, segurança nacional e agitação social, levem a mais distorção e redução da ação climática.

Resiliência da energia renovável em tempos de agitação geopolítica

“Apesar do aumento da agitação geopolítica e da rivalidade, o crescimento das energias renováveis continua forte e não vai parar ou reverter. O custo da energia eólica e solar, baterias e veículos elétricos caíram significativamente na última década, resultando na substituição dos combustíveis fósseis. A segurança energética também se tornou uma prioridade na agenda internacional, gerando em um maior impulso político para as energias renováveis”, disse Christian Rynning-Tonnesen, CEO da Statkraft.

A Statkraft está investindo pesado na expansão da sua capacidade de geração renovável, no desenvolvimento de novas soluções para integração e flexibilidade de rede e no fornecimento de energia verde para clientes em todos os setores e regiões. O relatório de Low Emissions Scenario é parte da contribuição da empresa para o avanço do conhecimento e do diálogo sobre as tendências e cenários globais de energia que moldarão nosso futuro.

Conclusões do relatório de energia renovável da Statkraft

A transição para uma economia de baixo carbono é um tópico crucial na agenda global, com implicações significativas para o meio ambiente, economia e política. O relatório da Statkraft apresenta um olhar detalhado sobre o futuro da energia e suas tendências até 2050. Entre as principais conclusões do relatório, destacam-se:

  • As emissões relacionadas com a energia diminuem 69% até 2050 em comparação com os níveis atuais e seguem um caminho que limita o aquecimento global a menos de 2°C, representando um ritmo um pouco mais rápido e profundo do que o projetado no relatório do ano passado;
  • Tecnologias limpas competitivas e uma agenda de segurança energética impulsionam a descarbonização no Low Emissions Scenario. A energia solar destaca-se como pioneira global. Os custos da energia eólica e solar, das baterias e dos veículos elétricos diminuíram significativamente ao longo da última década, tornando as tecnologias limpas economicamente atrativas em comparação com as equivalentes fósseis. Além disso, a recente turbulência no mercado e o aumento da tensão geopolítica colocaram a segurança energética no topo da agenda internacional, resultando num maior impulso político para as energias renováveis e a eficiência energética. No Low Emissions Scenario, a energia solar crescerá 22 vezes enquanto a energia eólica crescerá 12 vezes até 2050, em comparação com os níveis atuais;
  • A energia eólica e solar com boa relação custo-benefício substituem os combustíveis fósseis em todos os cenários e, mesmo no menos otimista, as energias eólica e solar crescerão substancialmente até 2050 em comparação com os níveis atuais.

Sobre a Statkraft

Com 5.700 funcionários em 21 países, a Statkraft é líder em energia hidrelétrica internacionalmente e a maior geradora de energia renovável da Europa. O grupo produz energia hidrelétrica, energia eólica, energia solar, energia a gás e fornece aquecimento urbano.

Com ações pautadas pela ética e transparência, a empresa está presente no Brasil desde 2009, com sede localizada em Florianópolis, em Santa Catarina (SC). Atualmente, controla 18 ativos de geração renovável no Brasil. Em setembro, a Statkraft Brasil assinou a compra de dois parques eólicos da EDP Renováveis, localizados no Rio Grande do Norte. Com a transação, a empresa ultrapassa a marca de 1.3 GW de capacidade instalada, entre aquisições, construções e operações no país.

A empresa é pioneira em oferecer energia renovável rastreável com garantia de origem no Brasil, certificando, por meio do I-REC (Certificado Internacional de Energia Renovável), a origem da produção de sua energia, o que garante que a operação é sustentável.

Marcelo Santos

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