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A Petrobras comunicou nesta segunda-feira, dia 17, que irá reduzir em média 8,1% o preço do gás natural em relação ao trimestre encerrado em abril. Conforme divulgado pela estatal, os novos valores serão aplicados a partir do dia 1º de maio.
A empresa informou ainda que os acordos firmados com os distribuidores contemplam a redução dos preços do gás natural, bem como a conexão com o petróleo Brent e as flutuações da taxa de câmbio.
A decisão da Petrobras de reduzir o preço do gás natural vendido às distribuidoras foi influenciada tanto pela queda de 8,7% no valor do petróleo quanto pela diminuição de 1,1% no valor do dólar. Como resultado, o preço do gás natural comercializado pela empresa acumulará uma redução de 19% no ano.
A estatal ressalta que, apesar de ser um fator determinante no preço final do gás natural para o consumidor, o valor de venda da Petrobras não é a única variável a ser considerada, sendo que a composição de portfólio de fornecimento da distribuidora, suas margens, impostos federais e estaduais, bem como a regulação específica de cada estado também influenciam o preço final. A Petrobras ainda afirmou que a redução no preço do gás natural não afetará os preços do gás de cozinha (GLP) engarrafado ou a granel.
No dia 17 de março, durante uma reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, divulgou a criação de um programa intitulado “Gás para Empregar” para aumentar a competitividade do setor de gás natural no país.
Segundo Silveira, um grupo de trabalho será formado para discutir os detalhes de como o programa funcionará. O programa tem como propósito fomentar a reindustrialização nacional por meio do uso do gás natural, não apenas do pré-sal, mas de todas as empresas petrolíferas que exploram a costa e que, por razões econômicas, injetam o gás novamente nos poços.
Silveira afirmou que é necessário trazer esse gás para aumentar a oferta e tornar o preço do GNV mais competitivo, já que é um recurso fundamental para a segurança energética e alimentar do país.
O ministro Silveira utilizou a produção de ureia como exemplo durante sua declaração, que é um fertilizante nitrogenado essencial na agricultura. A ureia é produzida a partir da amônia, que por sua vez é obtida através da combinação do hidrogênio com o nitrogênio, sendo o hidrogênio originado do gás natural.
Ele ressaltou que o Brasil não pode continuar importando 85% de sua ureia, e que o país precisa se tornar competitivo na produção de amônia, que é a base do fertilizante brasileiro. Ele destacou a importância da agricultura para alimentar não só os brasileiros, mas também pessoas em todo o mundo, e como isso é fundamental para a economia do país, com as divisas geradas pelas exportações.
Silveira afirmou que está sendo preparada uma medida provisória para ampliar o objeto social da Pré-Sal Petróleo SA (PPSA), empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia responsável pela gestão de contratos de partilha de produção e de comercialização do petróleo e gás natural da União.
De acordo com ele, a MP permitirá a troca do óleo diesel que já é da União pelo gás natural, aumentando assim a disponibilidade do recurso no Brasil e garantindo segurança energética. Isso possibilitará também a reindustrialização do país por meio do uso do gás natural, como já mencionado anteriormente.
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