Foto: Freepik
A Fundação Dom Cabral (FDC) divulgou nessa terça-feira, 12/9, os resultados da 16ª ‘Pesquisa Trajetórias FDC de Internacionalização das Empresas Brasileiras’. A publicação é um termômetro dos investimentos no exterior e contou, neste ano, com o apoio e patrocínio da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).
Ao todo, 237 empresas internacionalizadas – ou em processo de – com matriz em 15 das 27 unidades federativas participaram da coleta de dados. São Paulo (39,7%), Rio Grande do Sul (15,2%) e Minas Gerais (12,7%) são os três estados que concentram o maior número de organizações presentes na publicação. Setores do comércio e da indústria em geral concentram o principal nicho de atuação das empresas analisadas – composto principalmente pelas de médio porte.
A metodologia aplicada leva em consideração cinco fatores: foco no mercado doméstico, consciência dos benefícios/intenção de se internacionalizar, internacionalização pontual, internacionalização profissional, player global. Na sequência, é obtida uma média da classificação entre 1 a 5 pontos (sendo 5 o patamar máximo de internacionalização) em seis aspectos organizacionais das empresas participantes:
Entre os pontos principais, as empresas de pequeno porte obtiveram os maiores índices em Objetivos de Internacionalização (4,4), Proposta de Valor (3,7) e Modelo de Negócios (3,9). Já as médias e grandes empresas foram destaques em Modelo Organizacional (2,5) e Talentos e Liderança (2,9). Chama a atenção ainda a Gestão de Stakeholders das microempresas (2,4).
No decorrer da análise individual das instituições listadas em cada um dos rankings, empresas como Stefanini, Gerdau, Vale, JBS e o Banco estão nas primeiras colocações em internacionalização.
Em entrevista, a professora da FDC e coordenadora do estudo, Lívia Barakat enfatizou que os resultados da pesquisa demonstram a maturidade das empresas brasileiras no exterior na busca por novos mercados e negócios, sobretudo em um cenário em que há, por exemplo, incertezas políticas, interferências econômicas e especificidades de gestão em cada país.
“Acompanhando o processo de internacionalização das empresas brasileiras, percebemos que, cada vez mais, elas passam a se preparar melhor para esse processo. Ao mesmo tempo em que elas se internacionalizam hoje com uma velocidade muito maior, impulsionadas muitas vezes pela transformação digital, elas também fazem os movimentos internacionais de forma mais integrada aos seus objetivos estratégicos, com metas muitas vezes ambiciosas”, disse.
O estudo completo pode ser acessado na íntegra neste link.
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