De forma sucinta, a indústria objetiva transformar matérias-primas em produtos, por isso, a atividade industrial eleva o crescimento de um país, atrai investimentos e direciona o fluxo mercadológico.
Por conta de todos os fatores que envolvem a indústria, ela gera empregos, impacta diretamente o PIB e representa a inovação em diversos aspectos. As instalações industriais impactam a economia local de forma direta.
No entanto, para uma indústria se instalar, diversos fatores são analisados, tais como, a facilidade de encontrar mão de obra, a matéria-prima da região e quais são as fontes de energia do local. Além disso, é analisado também o fluxo de transporte do local e os incentivos fiscais do governo.
Desde a revolução industrial, a atividade impacta a economia de forma direta, já que a indústria representa uma evolução tecnológica e modifica o fluxo de oferta e demanda global. De forma sucinta, a indústria passou por três etapas, sendo artesanato, manufatura e maquinofatura.
A atividade industrial é extremamente relevante na produção do espaço geográfico, já que representa um tipo de economia secundária. Isso significa que com o crescimento industrial em uma determinada localização, ocorre uma mudança de produção e de fluxo mercadológico.
Por isso, a indústria representa um crescimento econômico para todos os envolvidos, considerando o país, a cidade e, principalmente, a localização na qual a indústria é instalada.
Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a contribuição da indústria no PIB caiu de 27,4% para 20,5%, entre os anos de 2010 e 2020. Já em 2021, o PIB industrial se mostrou menor que o esperado, sendo 14% menor do que em 2014. Vale destacar que em 2014 ocorreu uma recessão que se estendeu até o ano de 2016, impactando diretamente a atividade industrial no Brasil.
Conforme citado anteriormente, a indústria impacta a economia de forma global. No Brasil, ela gera inovação e empregos, sendo fundamental em toda a cadeia produtiva nacional. Além disso, a indústria desenvolve uma tendência tecnológica, elevando a demanda e atraindo investimentos para diversos setores.
Quando ocorre uma crise econômica, existe um declínio natural da atividade econômica de um país. Dessa forma, as empresas perdem lucratividade, já que a demanda para consumo costuma diminuir drasticamente em situações de crise.
Por conseguinte, com o menor lucro, as empresas demitem funcionários, o que eleva a taxa de desemprego de um país. Por isso, a atividade econômica é afetada diretamente pela indústria.
Por esses fatores, muitos governos criam incentivos fiscais para a atividade industrial, pelo crescimento representado por esse setor. Portanto, de forma sucinta, a retomada da atividade econômica de um país implica o investimento na indústria.
Uma vez que o desemprego aumenta a pobreza a populacional e gera outras consequências, como a redução de impostos arrecadados pelo governo e a desvalorização da moeda nacional. Além disso, um governo em crise aumenta a sua dívida e, por conseguinte, a taxa de juros e a inflação.
Portanto, o fluxo de oferta e demanda aquecido e as ações do governo para injetar valores na economia podem criar um ciclo positivo, elevando a demanda de consumo.
No entanto, é válido destacar que as ações devem ser estudadas em longo prazo, para que o ciclo de crise não se repita. Embora a economia funcione dentro de um ciclo inflacionário, as ações devem ser estudadas para minimizar os impactos negativos de uma crise, para que outra crise maior não surja em pouco tempo.
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