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A Vivo anunciou nesta semana um novo acordo para a criação de uma nova joint-venture ao lado da Auren Energia, com foco na venda de soluções customizadas em energia limpa em todo o Brasil. As empresas visam explorar o mercado livre de energia, tentando capturar uma fatia significativa de novos clientes que poderão migrar para esse ambiente de negociação a partir de janeiro.
De acordo com as empresas, o objetivo da joint-venture é capturar as oportunidades que surgirão com a abertura do mercado livre de energia, que representará um potencial de mais de 72 mil novos consumidores que poderão escolher seu fornecedor e ter maior flexibilidade na contratação do insumo, a partir do dia 1º de janeiro do próximo ano. Sendo assim, a nova empresa de energia entre a Vivo e a Auren adotará a modalidade de comercialização varejista e contará com equipe própria e independente.
A exploração focará no segmento de clientes com demanda menor que 500 kW, preparando-se, inclusive, para atuar no segmento de baixa tensão e residencial em um cenário de abertura total do mercado de energia elétrica brasileiro. A conclusão da operação está sujeita à aprovação prévia dos órgãos concorrenciais competentes, assim como à obtenção das habilitações regulatórias exigidas para o desenvolvimento de seus negócios. Especializada na geração e venda de energia renovável no Brasil, a Auren conta com capacidade instalada de 3,0 GW e opera com uma matriz limpa e diversificada em ativos situados no Nordeste e Sudeste.
Segundo Ricardo Hobbs, vice-presidente de Estratégia e Novos Negócios da Vivo, o mercado de energia está passando por grandes transformações. Em alguns anos todas as pessoas e empresas do Brasil poderão escolher seu fornecedor de energia, o que mudará suas exigências quanto à prestação de serviço e atendimento. E a Vivo é uma das marcas do Brasil com mais experiência em se relacionar com clientes, desta forma, tem importantes ativos para aportar na nova empresa com a Auren. O executivo também destaca que, além disso, o anúncio desta segunda representa um avanço do posicionamento estratégico da empresa como plataforma digital e reforça seu compromisso com pilares ESG.
Implementado gradativamente desde 1995, o mercado livre de energia está disponível para clientes conectados à rede de alta tensão (superior a 2,3 kV) com demanda contratada superior a 500 kW. A partir de janeiro do próximo ano, será realizada uma nova fase de abertura do mercado livre, onde consumidores conectados à alta tensão, com qualquer valor de demanda contratada, poderão aderir, sendo um público potencial de até 72 mil novos clientes, entre eles fábricas, estabelecimentos comerciais e escritórios, de acordo com dados de um estudo realizado pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). O cronograma tem sido acompanhado de perto pelas operadoras, que vislumbram a exploração do segmento a partir de parcerias.
A Joint Venture acessará a base atual de clientes corporativos da Vivo e usará os mais de 5 mil representantes comerciais da operadora para prospectar. O pitch desses representantes comerciais será simples: ao mudar para o mercado livre e parar de comprar energia do mercado regulado, as empresas conseguem economias relevantes, diversas vezes de mais de 30%.
A oportunidade dentro de casa já é gigantesca. Para se ter uma noção, a Vivo conta com um market share de mais de 40% de todo o mercado de telecom corporativo do Brasil. Segundo informações, as duas empresas já fizeram um piloto da operação nos últimos quatro meses, com a operadora oferecendo a migração para alguns clientes selecionados de sua base.
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