Foto: Acciona/Divulgação
O grupo espanhol Acciona planeja realizar um investimento de R$ 12 bilhões na compra de usinas de energia eólica e energia solar no Brasil até o ano de 2025 e alcançar 2 GW em capacidade de geração no país, o suficiente para abastecer 8 milhões de casas e gerar milhares de empregos. Atualmente, a Acciona possui dois parques de energia eólica na Bahia. Comprados da Casa dos Ventos no último ano, totalizam 850 megawatts.
De acordo com uma fonte próxima à empresa, que divulgou informações em completo anonimato, a Acciona vê a compra das usinas de energia eólica e energia solar, operacionais ou pré-operacionais, como uma avenida para se expandir ainda mais rápido no Brasil.
Em um segundo momento, a empresa deve partir para o avanço de projetos novos. A Acciona também estuda o investimento de uma usina de energia solar contígua aos empreendimentos de energia eólica que já possui, atribuindo 200 MW de capacidade ao projeto, gerando centenas de empregos.
De acordo com a fonte, a empresa está chegando ao país após que se capitalizou, com a abertura de capital na Bolsa de Madri, e “enxerga o País como uma plataforma para um desenvolvimento bastante agressivo”.
Outro passo que a Acciona planeja dar entre o fim deste ano e o começo do próximo é a criação de uma comercializadora para vender a produção das usinas de energia eólica e energia solar que serão instaladas no mercado livre de energia, gerando diversos empregos.
Durante a divulgação de resultados corporativos do segundo trimestre, a controladora da Acciona em seu país de origem afirmou que a compra e investimentos em energia eólica e energia solar na Bahia serviu para entender melhor a dinâmica do mercado nacional.
A controladora ainda afirmou que as operações no Brasil se mostraram particularmente fortes, contribuindo para a expansão das receitas do grupo.
No Brasil, a empresa espanhola, além do setor de energias renováveis, também realiza investimento no setor de infraestrutura, e tem demonstrado interesse em participar nos leilões de saneamento e concessões de rodovias, além de outros projetos. A empresa também é, atualmente, responsável pelo desenvolvimento da linha 6 do metrô de São Paulo.
A Acciona começou suas atividades no Brasil em 1996 e já realizou projetos essenciais, como o Terminal 2 do Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), no qual aplicou a tecnologia inovadora do equipamento Kugira, maior dique flutuante do mundo para a produção de caixões de concreto pré-moldado.
A empresa foi responsável pela transformação da antiga estação ferroviária Júlio Prestes na Sala São Paulo. No setor de saneamento realizou a assistência técnica na operação e manutenção da ETE Arrudas (MG) e atuou em projetos de tratamento de esgoto em São Gonçalo (RJ) e Santa Cruz do Capibaribe (PE).
No segmento de concessões, a Acciona realizou durante 10 anos a operação da Rodovia Lúcio Meira (BR-393), em um trecho de 200 km de extensão, passando por 7 municípios da região sul do estado do RJ. Atualmente é responsável pela retomada das obras da Linha 6, sendo 15 km de linhas e 15 estações que conectarão a estação São Joaquim, na região central, com a Brasilândia.
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