Home PETRÓLEO Gigante do petróleo Saudi Aramco espera que demanda de petróleo retorne até 2022

Gigante do petróleo Saudi Aramco espera que demanda de petróleo retorne até 2022

by Luis Santana

A Aramco espera que a demanda de petróleo se recupere aos níveis pré-pandêmicos até 2022, e a oferta diminuirá, levando à escassez, disse o diretor executivo da gigante estatal de energia Arábia Saudita à Energy Intelligence.

A China está de volta aos holofotes. De acordo com Amin Nasser, ele será responsável por grande parte da recuperação, junto com outros países em desenvolvimento no Leste Asiático e em outras partes do mundo.

Do lado da oferta, Nasser alertou que cortes de gastos podem levar a déficits, e isso não será um problema de curto prazo.

“Sim, há preocupações de que seremos capazes de encerrar a crise de abastecimento no médio e longo prazo se esse nível de investimento não for ajustado no futuro”, disse o presidente-executivo Amena Bakr, da Energy Intelligence. A indústria cortou seus gastos em cerca de um terço em relação ao nível do ano passado.

Tratando-se de petróleo, recentemente o Coalizão Brasil juntamente com seus polos internacionais, lançaram um documento onde orientam para  que os pacotes econômicos de curto e longo prazos para a retomada avancem rumo à bioeconomia.

De acordo com as últimas estimativas, a demanda de petróleo no ano que vem será em média 96,84 milhões de barris por dia, um aumento de 80.000 barris por dia em relação a setembro. A OPEP atribuiu a pesquisa à recuperação econômica mais lenta entre os membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), bem como entre os países não membros da OCDE. Porém, mesmo com a revisão, a demanda para 2021 será 6,5 milhões de barris por dia maior do que para 2020.

A Agência Internacional de Energia está menos otimista. Em seu relatório mais recente sobre o mercado de petróleo, o funcionário disse esperar que a demanda por petróleo aumente 5,5 milhões de barris por dia no próximo ano, mas no geral para 97,2 milhões a mais do que a OPEP. No entanto, a agência alertou que o impacto da pandemia no consumo global de petróleo será de longo prazo. Nesse sentido, ele difere da convicção de Nasser de que o pior para a indústria do petróleo já passou.

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