Foto: Divulgação
A PetroRio S.A. (PRIO), empresa brasileira de exploração e produção de petróleo, anunciou que fez uma descoberta significativa de petróleo no prospecto Maracanã, localizado na Bacia de Campos. A descoberta foi feita como parte da segunda fase da revitalização do campo de Frade, que a PRIO opera desde 2019.
Segundo a empresa, o poço 3-PRIO-1-RJS apresentou uma coluna de 36 metros de óleo no objetivo primário (arenito do Eoceno), com rocha de 28% de porosidade e pressão inicial original. Também foi encontrado indício de óleo no objetivo secundário (arenito do Mioceno) com porosidade de 29%.
A descoberta é significativa para a PRIO, que detém 100% dos direitos de exploração e produção do campo de Frade, adquirido da Chevron em 2019. O campo produziu uma média de 13 mil barris de óleo equivalente por dia em abril deste ano, segundo dados da ANP.
Com a descoberta, a empresa planeja aprofundar os estudos técnicos em ambos os objetivos e pode perfurar mais um poço de extensão para delimitar a área e o volume das acumulações. Se comprovadas economicamente viáveis, as acumulações podem abrir caminho para mais uma frente de desenvolvimento no campo de Frade. Além do campo de Frade, a PRIO opera os campos de Polvo e Tubarão Martelo, na Bacia de Campos, e o campo de Manati, na Bacia de Camamu-Almada.
Conforme a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção nacional de petróleo e gás no Brasil em março foi de 3,987 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/dia). A produção de petróleo no país em março foi de 3,115 milhões de barris diariamente (barris/dia), apresentando uma queda de 4,5% em relação a fevereiro, mas um avanço de 4,5% em comparação com março do ano passado.
A extração de gás natural teve uma queda de 5,5% em relação a fevereiro deste ano, atingindo 138,531 milhões de metros cúbicos por dia (m³/dia), porém, houve um aumento de 3,0% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Segundo a ANP, a queda da produção foi causada pelas paradas programadas nas unidades de produção Petrobras 77 (jazida de Búzios) e FPSO Guanabara (jazida de Mero), localizados no pré-sal da Bacia de Santos.
A Petrobras, juntamente com a norueguesa Equinor e a sino-espanhola Repsol Sinopec Brasil (RSB), aprovou o desenvolvimento do bloco BM-C-33, localizado no pré-sal da Bacia de Campos, no litoral do Rio de Janeiro. O projeto envolve três descobertas de gás e óleo/condensado: Pão de Açúcar, SEAT e Gávea, e é esperado que recupere reservas de óleo e gás acima de 1 bilhão de barris de óleo equivalente (boe).
De acordo com informações da Equinor, o projeto tem potencial para suprir até 15% da demanda atual de gás fóssil do Brasil, o que seria suficiente para abastecer o mercado paulista do combustível fóssil. Com investimentos projetados de US$ 9 bilhões, o projeto deve começar a produzir petróleo e gás fóssil em 2028. A área é operada pela Equinor, que detém 35% de participação no consórcio, a RSB também possui 35% da sociedade, e a Petrobras, os 30% restantes.
A PRIO (anteriormente conhecida como PetroRio) é uma empresa de capital aberto com sede no Brasil que se concentra na produção e exploração de petróleo e gás, além do investimento e recuperação de ativos em produção. A empresa é especializada em gerenciar eficientemente reservatórios e desenvolver campos maduros. Além disso, a PetroRio dedica-se à produção, exploração, comercialização e transporte de petróleo e gás natural.
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