De novo não! Índia aumentará as taxas de exportação do ferro. Construção civil no Brasil pode sofrer com novo pico de inflação - Canva
Na última segunda-feira, 11 de julho, as ações na bolsa de valores da Índia permaneceram estáveis após o anúncio de que o governo tinha interesse em reduzir as tributações sobre o aço. No entanto, recentemente, o Estado Indiano afirmou que deveria, além de reduzir os tributos sobre o aço, aumentar os impostos para a exportação do ferro, amplamente utilizado no Brasil para a construção civil.
De acordo com o país, precisam manter as empresas internas, que estão perdendo força no exterior por causa dos altos tributos sobre o aço. Enquanto isso, o ferro passará a ter uma média de 50% de seu preço em impostos como forma de garantir os estoques internos após uma baixa produtividade das mineradoras.
Os executivos de alto escalão da Indian Steel Association se reuniram com o ministro das Finanças Nirmala Seetharaman no dia 16 de julho de modo a discutir sobre a tributação ideal para manter a economia interna.
As notícias indianas tendem a causar impactos negativos no Brasil. Contudo, o acumulado do minério de ferro já apresentou queda de 47% em apenas um ano, ou seja, é como se o seu valor, após o pico, fosse cortado pela metade. Logo, os impactos ocasionados pelas decisões indianas demorarão a chegar.
O pico do metal ocorreu em 2020 com a pandemia e a produtividade abaixo do exigido pela indústria. O dólar mais caro, sendo negociado a mais de R$ 5 mesmo com a alta da Selic, também faz com que as commodities tenham fortes variações de preços.
Jair Bolsonaro, atual presidente do Brasil, mostra-se a favor da mineração como forma de incentivar a economia e crescimento do Produto Interno Bruto, o PIB. No entanto, as eleições de 2022 poderão mudar o cenário positivo das mineradoras, visto que Luiz Inácio Lula da Silva, candidato à presidência pelo Partido dos Trabalhadores (PT), já disse, em entrevista, que não deve negociar com os garimpeiros.
Neste mês de julho, o governo aprovou uma lei que facilitaria o controle de preços de outros metais, como o lítio, fortemente utilizado para a produção de baterias de automóveis elétricos. Agora, as empresas de mineração poderão vender o lítio brasileiro para o exterior sem a permissão dos órgãos regulamentadores. Ou seja, o processo tende a se tornar mais fácil, simples e objetivo, sem as burocracias existentes até então. Tendo isso em vista, o projeto, que interferirá principalmente a mineração em Minas Gerais (MG), gerará mais de 15 bilhões de reais em economia até 2030 junto a 7 mil vagas de emprego.
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