A história de Soraia Marioti vem chamando a atenção no LinkedIn, após compartilhar o problema enfrentado pelo seu pai, aposentado de 72 anos, que sofreu um golpe no aplicativo do Nubank. Golpistas acessaram sua conta, transferindo o valor acima de R$ 150 mil para contas do C6 Bank.
Conforme a postagem, a filha do aposentado está há mais de um mês tentando negociar com o banco para que a situação seja resolvida e o pai, reembolsado. De acordo com ela, o pai não possui históricos de transferências elevadas. Logo, o sistema antifraude do aplicativo teria que barrar a transferência.
“O aposentado de 72 anos, cujos R$150mil foram retirados de sua conta, está à base de calmantes, uma sensação de incapacidade lhe toma conta, não come e está sendo cuidado principalmente por sua mulher, minha mãe, que luta há anos contra um câncer”, argumenta na publicação. A postagem, realizada no LinkedIn, possui mais de 5 mil curtidas e quase 400 comentários até o fechamento desta matéria.
Roberto Grande, desenvolvedor Java Jr, comentou: “Depois dos comentários da galera e das postagens que o pessoal vem fazendo sobre a falta de segurança da plataforma do Nubank, já migrei todo o meu dinheiro pra minha conta do Banco Inter e não coloco mais um centavo no Nubank. Eu que não vou arriscar.”
O aplicativo do banco Nubank vem recebendo várias críticas em postagens na rede social devido aos problemas de segurança, onde o sistema antifraude não bloqueia transferências suspeitas mesmo que não sejam do histórico do cliente, como é comum de acontecer em bancos como o Inter, digital, ou os mais tradicionais, como o Bradesco, onde o cliente deve solicitar a transferência para ser aprovada mediante análise.
Os bancos digitais, como o Nubank, têm como principal vantagem a praticidade de suas operações, oferecendo serviços bancários de forma rápida e eficiente. No entanto, essa facilidade também pode atrair fraudadores.
Para evitar esses casos, os bancos digitais possuem sistema antifraude que conseguem identificar transações suspeitas e bloqueá-las antes que sejam concluídas. Esses sistemas utilizam diversas ferramentas, como algoritmos de análise de dados, inteligência artificial e aprendizado de máquina. Usa-se, inclusive, os históricos de movimentação do cliente, não só para bloquear transferências, como o uso excessivo do cartão em um curto espaço de tempo.
Por meio dessas tecnologias, o sistema antifraude consegue monitorar as transações em tempo real, analisando diversos fatores, como o valor da transação, o histórico do cliente, o destino da transferência e até mesmo o comportamento do cliente durante a operação.
Caso o sistema identifique alguma transação suspeita, ela é imediatamente bloqueada e o cliente é informado sobre a suspeita. Em seguida, uma equipe especializada é acionada.
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