Foto: CPG
A ArcelorMittal Brasil fechou um contrato com a Thyssenkrupp, para fins de fornecimento de um projeto de dessulfuração de gás de coqueria para a usina siderúrgica em Serra, localizada no Espírito Santo. O projeto que será instalado na usina siderúrgica, será executado em regime EPC, onde ocorrerá a instalação de um sistema avançado que fará a limpeza dos gases presentes e, a partir de tecnologias próprias da Thyssenkrupp, fazendo possível que a ArcelorMittal reduza as emissões da usina.
Com o acordo fechado entre as duas empresas, está previsto a modernização do projeto de tratamento de resíduos líquidos da área de coqueria. O projeto deve ser concluído em cerca de dois anos e meio e, no pico das obras, as empresas deverão empregar cerca de 400 funcionários, entre colaborares da Thyssenkrupp e de empresas subsidiárias.
“Subproduto da transformação do carvão em coque, o gás de coqueria é um dos principais insumos energéticos de uma siderurgia e é utilizado em vários processos que demandam energia. Com essa planta de dessulfuração que vamos instalar, a ArcelorMittal Tubarão poderá intensificar o uso desse gás e, ao mesmo tempo, reduzir suas emissões, tornando sua operação mais sustentável”, declarou Luiz Antonio Mello, Head de Vendas da Thyssenkrupp Uhde para a América do Sul.
O processo de dessulfuração é uma solução avançada e já estabelecida para dessulfuração de gases, que fazem a remoção do sulfeto de hidrogênio e a amônia do gás de coqueria de forma muito eficiente. Assim, o sulfeto de hidrogênio que é removido é reestabelecido na forma de enxofre elementar, produto com altas chances de vendas para fins em indústria química.
O gás de coqueria pode ser usado em outras áreas da usina, como a laminação a quente e alto-forno, onde pode ser otimizado sem preocupação de emissão de gases SO@ na atmosfera.
Mello explica que, o gás de coqueria que pode ser fabricado pela ArcelorMittal é equivalente a mais de 470 MW de energia elétrica, correspondendo ao consumo médio de mais de 2 milhões de casas familiares. “Ou seja, essa energia não pode ser desperdiçada, mas tem que ser utilizada limpamente”, agregou o executivo.
Porém, para Paulo Alvarenga, que é o CEO da Thyssenkrupp para a América do Sul, salientou que a transição para uma economia com zero emissões é uma jornada que precisa avançar gradualmente, só que, precisa ser acelerado com urgência.
“Com nossas tecnologias exclusivas e a sólida expertise de nossos times de engenharia no Brasil e na Alemanha, estamos apoiando fortemente o setor siderúrgico nessa transição. A nossa sólida relação com a ArcelorMittal Brasil é um excelente exemplo de como utilizar a melhor tecnologia disponível e o comprometimento com o meio ambiente e a redução de emissões”, ressaltou Alvarenga.
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