Saída de José Mauro Coelho foi apenas um atalho para entrada de novo presidente da Petrobras e tentativa de abafar aumento de preços - Canva
De acordo com o apurado e compartilhado pela Jovem Pan, a saída de José Mauro Coelho da presidência da Petrobras seria uma forma de garantir uma entrada acelerada de Caio Paes para a administração. Com a renúncia tida por Mauro Coelho, o atual candidato indicado poderia contar com uma entrada menos burocrática.
A renúncia aconteceu durante a última segunda-feira, 20 de junho, e a decisão aconteceu logo depois que a estatal teve que realizar uma nova alteração em sua política de preços, fazendo com que o valor do diesel tivesse aumento de, ao menos, 15%. Os caminhoneiros estão entre os mais prejudicados do setor, mas, até então, não se manifestaram sobre a possibilidade de greve.
Agora, a expectativa tida pelo alto escalão da estatal é que a renomeação do Paes de Andrade aconteça em breve, apesar do anúncio não ter sido realizado até o fechamento desta matéria. O nome dele já vinha sendo sondado desde o mês de maio pelo governo de Bolsonaro e, desde então, Lira, presidente da Câmara de Deputados, vem criticando as atitudes do ex presidente, que renunciou nesta semana, dizendo que o Brasil precisava lutar contra a Petrobras e os seus aumentos abusivos.
Aurélio Valporto, presidente da Associação dos Investidores Minoritários do Brasil (ABRADIN), afirma que apenas a troca de comando não será suficiente para haver controle de valores. De acordo com ele, a mudança da política de preços, que foi adotada pela estatal durante o ano de 2016, seria a única forma de controlar as variações trimestrais realizadas sobre o preço da gasolina e do diesel. Apesar disso, alguns analistas afirmam que a crise é internacional, visto que os Estados Unidos também estão com valores abusivos por cada galão e diesel, estando acima de US$ 5.
Valporto afirma que é função da União e do Governo Federal tomar novas atitudes para controlar os preços, e não esperar que outra pessoa na presidência da estatal o faça. Wallace Landim, chorão, afirmou que é a favor da mobilização da classe de caminhoneiros mais uma vez em 2022 como forma de protestar contra as volatilidades aprovadas pela Petrobras e o governo de Jair Bolsonaro. Entretanto, o setor se vê dividido entre posições políticas em um ano eleitoral.
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