Foto: InfoNEWs
Os preços do petróleo caíram mais de 3% na quinta-feira (24), continuando uma série de negociações voláteis. Os contratos do Petróleo Brent para entrega em janeiro caíram US$ 2,95, ou 3,3%, para 85,41 dólares por barril. O preço do commodity dos Estados Unidos caiu 3,01 dólares, isto é, 3,7% para 77,94 dólares por barril. No começo do pregão, os dois contratos haviam subido mais de 1 dólar por barril.
Os estoques de gasolina dos Estados Unidos subiram 3,1 milhões de barris, de acordo com a Administração de Informação de Energia, ultrapassando, e muito, o aumento de 383 mil barris de petróleo Brent que os analistas haviam previsto.
De acordo com o analista do grupo Price Futures, Phil Flynn, o aumento do valor da gasolina é meio que um choque e o aumento nos estoques sugere que, talvez, a demanda esteja se enfraquecendo ou que a gasolina esteja sofrendo antes dos feriados. Os preços do petróleo Brent foram atingidos ainda mais por relatos de que o limite de preço do G7 para o petróleo russo poderia ficar maior que o nível que está sendo negociado.
As nações do G7 planejam criar um teto de preço para o commodity russo transoceânico na faixa de 65 – 70 dólares por barril, de acordo com o que disse uma autoridade da Europa na quarta-feira. Como os custos de produção são estimados em cerca de 20 dólares por barril, o limite ainda seria bastante lucrativo para a Rússia vender seu petróleo e, desta forma, evitar uma falta de oferta no mercado global.
O Brasil é o quarto país com maior expansão de gás e petróleo projetada para os próximos três anos, atrás dos EUA, Emirados Árabes Unidos e China. Os dados compõem um relatório publicado pela Oil Change International durante a COP27.
O relatório lista os principais países e empresas responsáveis pela ampliação de petróleo e gás natural nos próximos anos, considerando tantos projetos aprovados em 2022 quanto os que estão em aprovação para o período entre 2023 e 2025. No ranking de 20 países com maior ampliação fóssil aprovada neste ano, o país está em quinto lugar, atrás dos EUA, Irã, Arábia Saudita e Canadá.
A expansão de combustível fóssil é incompatível com a meta do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura global em até 1,5ºC em comparação com os níveis pré-industriais. Tais atividades geram emissões de CO2, o que é um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa, desta forma, a temperatura média da terra é aquecida e as mudanças climáticas se intensificam.
Segundo Décio Oddone, presidente da Enauta e ex-diretor geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), o Brasil deve aproveitar a última janela de oportunidade aberta para ampliar suas reservas de petróleo e gás natural, diante da expansão da relevância da segurança energética ao lado do tema da descarbonização.
De acordo com o executivo, o país conta com um papel importante na transição energética global, entretanto deve explorar mais assertivamente as reservas, que inclusive poderiam ter produção voltada à exportação, com o objetivo de levantar recursos que podem ser direcionados para mitigar a pobreza e ajudar no financiamento de projetos de descarbonização.
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