Foto: Marinha.MIl
A plataforma P-38 da Petrobras, que fica localizada em Marlim Sul, na Bacia de Campos, teve um vazamento de mais de 800 litros de óleo ao mar, segundo informações do Sindicato dos Petroleiros do Norte Fluminense (Sindipetro-NF). O incidente com a plataforma P-38, ocorreu no último domingo (9), durante a manobra de transferência de água oleosa entre tanques na plataforma, localizada na Bacia de Campos. O vazamento na plataforma da Petrobras foi contido, e as autoridades da Marinha, Ibama e ANP, já foram notificados do ocorrido.
Um comitê de investigação será instalado, para averiguar o que pode ter causado o incidente na plataforma P-38 da Petrobras.
“O Sindipetro-NF acompanha o caso com muita atenção, especialmente em razão de que os relatos que tem recebido da categoria apontam para uma situação de maior gravidade do que o inicialmente descrito pela empresa”, disse os responsáveis pelo sindicato, em comunicado.
Não é a primeira vez que ocorre um vazamento semelhante, no ano passado houve um vazamento de petróleo nas redondezas do Campo do Frade, também na Bacia de Campos, a petroleira americana Chevron, operadora do campo, foi a responsável pelo incidente.
Esses e muitos outros vazamentos já ocorreram na Bacia de Campos, como a de um navio operado pela Modec onde havia cerca de 54 pessoas a bordo, continha várias rasuras em seu casco e acabou vazando cerca de 1,2 mil litros de óleo residual.
Procurada, até o momento, a empresa Petrobras não se manifestou sobre o vazamento ocorrido na plataforma na Bacia de Campos. Vale frisar que, a plataforma a P-38 é do tipo FSO (Floating, Storage and Offloading). Tendo em vista que, a embarcação é usada para armazenamento e escoamento, explicando a ausência de módulos em seu topside. A P-38 recebe o óleo produzido pela plataforma semissubmersível P-40, também localizada em Marlim Sul.
O Sindipetro-NF acompanha o caso com uma certa atenção, especialmente pelo fato de que os relatos que o sindicato tem recebido da categoria apontam uma situação agravante de magnitude bem maior, do que descrito pela Petrobras.
“Ocorreu um desastre aqui em P-38. Já veio helicóptero da ANP. Sete barcos em volta tentando conter óleo. Um alvoroço doido”, relatou um trabalhador da plataforma.
No ano passado, as atividades da plataforma P-38 foram afetadas pelo surto de covid-19, que vinha recebendo produto tanto da plataforma P-40 como da P-56, ambas também tiveram uma redução na produção. A FUP, que é a Federação única dos Petroleiros, interviram no embarque de trabalhadores de serviços não essenciais, pois muitos dos trabalhadores já haviam sido testados positivamente para covid.
“Na P-38, que opera o campo de Marlim Sul, são 50 contaminados; na P-48, no campo de Caratinga, em apenas dois dias foram confirmados oito casos de infectados pelo coronavírus. Com isso, subiu para dez o número de trabalhadores que testaram positivo para a doença nesta unidade e foram desembarcados”, disse a FUP em nota.
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