Foto: Frrepik
A Wood Mackenzie disponibilizou recentemente, um relatório analítico sobre o futuro do petróleo e fez algumas considerações interessantes. A principal delas é em relação ao interesse em oferecer petróleo cada vez menos poluente e mais barato, algo que, de acordo com a consultoria especializada, não é acessível ao grande público e pode frustrar as expectativas de quem busca práticas mais sustentáveis para o futuro da área.
O mundo tem muito a oferecer, tanto em relação ao petróleo quanto ao gás. Pensando no futuro, a demanda projetada para 2050 poderia ser facilmente suprida pelos recursos atuais, que totalizam mais do que o dobro. No entanto, isso não se mantém do ponto de vista sustentável e rentável. Por isso, a reserva é considerada escassa atualmente e é uma tendência que deve continuar ao longo do tempo.
O pensamento, explícito no relatório da consultoria, também é reforçado na fala seguinte: “Vemos recursos vantajosos suficientes para satisfazer apenas cerca de metade de nossa previsão de demanda de petróleo e gás para 2050”, de acordo com Andrew Latham, vice-presidente de Pesquisa de Energia da Wood Mackenzie Upstream.
Em dados numéricos, a projeção aponta que a demanda por petróleo, mundialmente, chegaria ao pico em 2030. Após isso, decairia lentamente até 2050, recorte de tempo que foi analisado. A baixa emissão de carbono é uma das maiores apostas das petroleiras para o futuro na área, assim como custos mais baratos. No entanto, ainda é inseguro falar sobre quais diferenciais terão mais destaque.
Como Latham comenta: “Estamos entrando em um período interessante na indústria de exploração e produção. Algumas empresas vão apostar e esperar menos concorrência. No entanto, muitos podem começar ou acelerar sua saída do setor para buscar energias de baixo carbono e renováveis. Se for esse o caso, a segurança do fornecimento pode ficar ameaçada e, infelizmente, podemos ver empresas recorrendo a recursos desfavorecidos para atender à demanda”, ou seja, todo o futuro ainda é muito incerto. Cada detalhe será essencial para entender o que o público está priorizando mais, como sustentabilidade ou segurança energética, por exemplo.
Atualmente, a busca pela descarbonização das empresas têm ganhado cada vez mais força e o Brasil tem se fortalecido na área devido ao pré-sal. Isso porque há um volume mais baixo de emissão, graças à alta produtividade dos poços, diminuindo a concentração de carbono por barril. Do ponto de vista ambiental, o ganho é considerável.
Patrick Pouyanné, presidente global da TotalEnergies, comentou sobre a situação: “O crescimento de nossa presença no Brasil nos permitirá acelerar a reestruturação de nosso portfólio de petróleo em direção a recursos de hidrocarbonetos de baixo custo e baixas emissões, que contribuirão para transformar a TotalEnergies em uma empresa multienergética sustentável”.
Embora o futuro do petróleo seja incerto, como o relatório da Wood Mackenzie aponta, as companhias têm se dedicado a entender as tendências do mercado e oferecer o que o público precisa. Petróleo menos poluente e mais barato não é algo acessível no momento, segundo a consultoria especializada, por isso, novos caminhos já começaram a ser traçados.
Dessa forma, pode-se concluir que a busca pelo petróleo mais sustentável, menos poluente e mais barato, continua constantemente e é encorajada por diversas instituições. No entanto, de acordo com a Wood Mackenzie, a projeção é mais negativa do que parece.
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