Foto: Petrobras/Divulgação
A Petrobras está embarcando em seu processo de transição energética ao apostar na energia eólica offshore, uma das fontes de energia verde mais caras. No entanto, a estatal planeja iniciar seus investimentos em projetos no exterior antes de desenvolver suas próprias iniciativas no Brasil, onde os marcos legais estão mais consolidados.
Essa abordagem permitirá à empresa adquirir experiência e avançar rapidamente na descarbonização de seu portfólio, com a possibilidade de aproveitar os subsídios oferecidos por países como a União Europeia e os Estados Unidos.
A Petrobras busca parcerias em novas fontes de energia renovável, como a energia eólica offshore e o hidrogênio. Inicialmente, a empresa planeja entrar como acionista minoritária em projetos no exterior, visando a adquirir conhecimento e experiência nesses segmentos. Essa estratégia permitirá à Petrobras acelerar sua transição energética e diversificar seu portfólio, aproveitando oportunidades lucrativas que podem não ser viáveis no Brasil agora.
A Petrobras também planeja aproveitar os programas de incentivo e os subsídios oferecidos por países como a União Europeia e os Estados Unidos. Esses programas visam promover o uso de energias renováveis e podem tornar investimentos que ainda não são lucrativos no Brasil em oportunidades rentáveis no exterior.
A empresa reconhece a importância de diversificar seus investimentos e aproveitar os benefícios econômicos proporcionados por outros países, enquanto mantém seu interesse em investir no mercado brasileiro de energias renováveis.
Embora os primeiros passos da Petrobras em energia eólica offshore ocorram no exterior, a empresa também planeja investir no mercado brasileiro. A estratégia inicial envolve a implementação de projetos de energias renováveis em terra, como usinas eólicas e solares, devido aos prazos de implementação mais curtos e à lucratividade atual dessas tecnologias.
A Petrobras considera participar de leilões ou negociar no mercado livre para viabilizar esses investimentos. A definição dessa estratégia será incluída na reformulação do plano estratégico da empresa para o período de 2024 a 2028, com divulgação prevista para o final deste ano.
A Petrobras reconhece a importância de diversificar seu portfólio devido à expectativa de queda nos preços do petróleo a longo prazo, impulsionada pela transição energética global.
Além dos benefícios ambientais, a diversificação permitirá à empresa enfrentar as mudanças no setor de energia, garantindo um fluxo de receita estável por meio de contratos de longo prazo.
A abordagem estratégica da Petrobras visa proteger-se financeiramente e se adaptar às transformações em curso, posicionando-a como uma empresa sustentável e resiliente no mercado de energia.
O Ibama negou à Petrobras a licença para perfurar um poço de petróleo no litoral do Amapá, especificamente na bacia da Foz do Amazonas. Essa autorização era o único obstáculo para a empresa iniciar a perfuração de testes a cerca de 175 quilômetros da costa do estado.
Anteriormente, a área técnica do Ibama já havia emitido um parecer desfavorável à perfuração, e agora o presidente do órgão, Rodrigo Agostinho, corroborou essa posição. O documento técnico apontou que o plano da Petrobras não apresentava garantias adequadas para a proteção da fauna em casos de derramamento de óleo. Além disso, ressaltou lacunas na avaliação dos impactos da atividade em três terras indígenas em Oiapoque.
Rodrigo Agostinho escreveu: “Não há dúvidas de que a Petrobras teve todas as oportunidades para corrigir os pontos críticos do seu projeto, mas ainda apresenta inconsistências preocupantes para a operação segura em uma nova fronteira exploratória com alta vulnerabilidade socioambiental”.
Um dia após a negação da licença pelo Ibama, a Petrobras anunciou que entrará com um recurso. A empresa alega ter atendido rigorosamente a todos os requisitos do processo de licenciamento.
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