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O mercado nacional de combustíveis poderá assistir a alguns meses de otimismo e melhorias de custos nos próximos períodos. As projeções da Petrobras para os preços da gasolina e demais produtos do setor nos próximos meses estão bastante positivas. O mercado espera que o presidente da estatal, Caio Paes de Andrade, realize um reajuste nos valores dos produtos nas próximas semanas, motivado pelas mudanças no cenário internacional e a pressão do Governo Federal para a queda nos valores.
Após longos meses de instabilidade nos valores dos produtos e um forte impacto socioeconômico ao mercado brasileiro, o cenário dos combustíveis no país caminha para um momento mais ameno.
Isso, pois a companhia Petrobras prevê possíveis reduções nos preços da gasolina no território nacional durante os próximos reajustes nos valores dos produtos, realizados constantemente pela companhia.
A espera do setor é que o presidente da estatal, Caio Paes de Andrade, e seus diretores planejem diminuir ainda mais os preços da gasolina aos distribuidores. O combustível já cedeu 19,2% no acumulado de quatro quedas desde meados de julho.
Apesar desse cenário para a gasolina, outros combustíveis como o diesel podem continuar com o valor elevado, segundo os especialistas do setor.
O futuro do mercado de commodity no território nacional ainda depende e deverá acompanhar as principais mudanças na política de preço de paridade de importação (PPI).
Os ajustes ainda deverão respeitar os critérios técnicos da política, que acompanharam os recuos nas cotações internacionais do petróleo e de seus derivados, segundo informações do Estadão/Broadcast.
Outra visão sobre o futuro do mercado dos combustíveis no Brasil é que o diesel siga em um momento de volatilidade quanto aos seus preços, enquanto a gasolina recure com seus valores, mas se mantenha firme em seus ajustes.
Os dados da Associação Brasileira de Importadores de Combustível (Abicom) mostram que o preço médio da gasolina da Petrobras estava 5%, ou R$ 0,17, acima do PPI, enquanto ao diesel estaria 2%, ou R$ 0,09.
Dessa forma, ambos os combustíveis possuíram um momento de possibilidade de reajustes, mas precisavam de políticas para isso.
Embora o cenário internacional de estabilidade nos valores do barril do petróleo e, consequentemente, de seus derivados seja uma das bases para a queda nos preços do combustível, ele não é o único.
Isso, pois os especialistas do segmento apontam a corrida eleitoral como um dos principais motivadores dos reajustes de preços nos produtos em todo o território nacional.
Além disso, o fato é que novas quedas na gasolina também atenderam a pressões do Planalto a um mês das eleições, mesmo estando respaldadas pela PPI.
Até o fim das eleições presidenciais em outubro, o segmento de óleo e gás nacional projeta uma forte redução para o combustível, principalmente em um cenário de instabilidade na visão do presidente Jair Bolsonaro por parte dos eleitores.
Em meio à reeleição, o candidato a seu segundo mandato à presidência busca garantir políticas públicas de boa relação com os eleitores.
Dessa forma, veremos um cenário ainda mais favorável ao consumidor final nas próximas semanas.
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