O futuro das novas rotas de gasodutos offshore não está definido e a indústria de gás natural pode ser reforçada através da inovação, visto que um novo mercado oriundo de fontes subaproveitadas pode ser interessante dentro do conceito de biocombustível.
A elevação na demanda atual do mercado nacional de gás natural pode estar relacionada aos investimentos na recuperação de campos onshore e a expectativa da indústria de biometano para o crescimento do setor.
O Brasil possui um potencial para gerar até 82 milhões de metros cúbicos de combustível biometano por ano. Por isso, o gás resultante da purificação do biogás tem atraído a atenção do mercado, juntamente com o gás onshore. É possível exemplificar esse crescimento através do interesse de distribuidoras de gás canalizado no biometano, reduzindo a dependência do gás oriundo da Petrobras.
Estimativas oficiais da Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás) destacam que a produção nacional de biometano deve atingir um patamar de 2,2 milhões de m³/dia até 2027, ou seja, quase seis vezes mais alto do que o atual.
A venda de ativos terrestres da Petrobras elevou a oferta de empresas independentes interessadas no desenvolvimento de reservas que estavam em desuso nas últimas décadas. O gás onshore tem atraído a atenção de empresas como a 3R, Origem Energia, Recôncavo, Petroleum e PetroReconcavo.
A empresa Origem Energia pode triplicar em 5 anos a sua produção no Polo Alagoas, contribuindo com o volume adicional de 2 milhão de m3/dia.
A Petroreconcavo projeta aumentar em 70% a sua produção de gás até o ano de 2026, investindo na expansão da infraestrutura de processamento. O foco do crescimento da empresa está no estado da Bahia, já que a organização pretende ampliar de 800 mil para 2 milhões de m³/dia o volume produzido, considerando os ativos que já possui.
A empresa Eneva iniciará em 2024 um plano para o fornecimento de gás ao mercado, ampliando sua atuação. A estimativa da organização é de investir R$ 980 milhões, objetivando a produção de 600 mil m³/dia. Contudo, essa futura demanda já está sob interesse de empresas como a Suzano e a Vale, no Maranhão.
A 3R Petroleum pretende aumentar a sua produção em 2023 e possui um plano em longo prazo, considerando o ano de 2031. O gás produzido pela 3R petróleo, em sua maioria, é comercializado pela Petrobras.
Controlada pela Inovatec Participações, a empresa Orizon possui um plano de produção de biometano e gás renovável, expandindo o mercado até o final do ano de 2025.
A empresa Ecometano pretende elevar a sua produção até 2024, visto que possui um projeto de potencial industrial. Por isso, empresas de grande porte já estão interessadas nesta futura produção, como a Comgás.
Dessa forma é possível entender que o mercado está modificando o seu fluxo através do gasoduto e do biocombustível, considerando a necessidade da sustentabilidade em todos os polos industriais e modificando importantes conceitos de produção e de consumo.
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