Embarcação da AKOFS offshore que será utilizada pela Petrobras - imagem: AKOFS offshore/Divulgação
A empresa norueguesa AKOFS Offshore fechou contrato com a Petrobras com base na prestação de serviços marítimos. A embarcação da AKOFS Offshore contratada pela Petrobras se chama Aker Wayfarer, que dará apoio a equipamentos submarinos (SESV) em campos offshore no Brasil. O início das operações serão iniciadas no primeiro semestre do ano que vem. O contrato entre a Petrobras e a AKOFS Offshore tem duração de quatro anos e um valor total de cerca de US$ 282 milhões. Além do Aker Wayfarer, a empresa opera outros dois navios, o AKOFS Skandi Santos e o AKOFS Seafarer.
A AKOFS Offshore, realizara o apoio a equipamentos submarinos (SESV) em conjunto com outras duas empresas: a Oceaneering, que fará serviços de ROV (que são sistemas portáteis de videocâmara produzidos em um veículo submersível compacto, tais quais os movimentos são controlados por controle remoto, por um operador na superfície através de cabo umbilical); e a Bravante para serviços marítimos.
A empresa AKOFS Offshore com base em Oslo, contém na sua folha de ações as empresas Akastor AS (50%), o grupo Mitsui & Co. (25%) e a Mitsui O.S.K Lines (25%).
A Petrobras já fechu um contrato anterior com a AKOFS Offshore em outra embarcação de suporte de equipamentos subaquática lá em 2010, a Skandi Santos, para realizar um amplo escopo de serviços submarinos no país. Um contrato que já foi estendido por anos, e agora, a embarcação está chegando ao fim do seu contrato atual com a Petrobras.
A Petrobras já ocupa o patamar mais alto no conceito operação de equipamentos submarinos (SESV) para águas profundas e ultra profundas da indústria do petróleo mundial.
Contendo mais de 7 mil quilômetros de linhas submarinas para projetar, mais de 200 equipamentos submarinos (SESV) para fazer instalação e por volta de 70 embarcações de apoio offshore para serem contratadas até 2026.
Nesse período, a Petrobras planeja instalar 13 unidades de produção offshore, algumas já em andamento e outras futuras relacionadas, sendo a primeira o FPSO Guanabara, no campo de Mero, nesse semestre.
No segmento de apoio offshore, a estatal visa o afretamento de navios de apoio a plataformas (PSVs), ancoradouros (AHTSs) navios de recuperação de derramamento de óleo (OSRVs) unidades multiuso (MPSVs), navios de apoio a ROVs (RSVs), navios de apoio a mergulho (DSVs) e embarcações de apoio a mergulhos rasos (SDSVs), e demais modelos, com contrato que devem variar entre 2 e 4 anos.
O Brasil deve adquirir por volta de 10% dos recursos voltados a novos projetos no setor de petróleo e gás em todo o mundo até 2025, tudo por causa de seu portfólio invejável de novo investimentos em campos offshore.
O país receberá investimentos na casa dos US$ 36,7 bilhões dentro desse período, que serão destinados a ativos offshore. Um estudo feito pela Rystad Energy, menciona que os contratos no ramo do petróleo e gás no país expandiram no último ano, logo após a decrescente lá em 2020, por conta da pandemia de covid-19.
Fora a Petrobras, outras empresas internacionais que atuam no ramo do petróleo e gás também somaram com investimentos para o crescimento do portfólio de novos campos offshore no país.
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