Pangeos, novo conceito de embarcação da empresa italiana Lazzarini Design. Imagem: Lazzarini/Divulgação
Nos últimos anos, a Lazzarini Design mostrou grandes iates, navios super rápidos sobre a água e iates luxuosos com direito a garagem para carros e vários conceitos de navios futuristas que ultrapassam todos os limites que se possa imaginar. A mais recente novidade da marca italiana é o Pangeia, um navio elétrico gigante de 550 metros de comprimento com formato de tartaruga marinha.
De acordo com a empresa responsável pelo projeto, o modelo com formato de tartaruga marinha pode disponibilizar até 60 mil acomodações, funcionando como uma espécie de cidade flutuante.
O projeto é visto como o mais ambicioso da empresa até então e começou a ganhar forma já em 2009, quando o designer Pierpaolo Lazzarini imaginou o desenvolvimento de um navio gigante capaz de abrigar uma cidade inteira. Com o nome de terayacht ou teraiate devido às suas dimensões, a largura da embarcação é ainda maior que seu comprimento, chegando a 610 m. sua estrutura abriga ainda um portão na popa que torna possível que outros iates entrem no Pangeos e aproveitem as suas instalações que vão desde resorts, clubes, apartamentos e até praias artificiais.
O barco elétrico com formato de tartaruga marinha foi desenvolvido para navegar com nove motores elétricos. A potência gerada seria suficiente para se mover por até 5 nós, o equivalente a 9 km/h, que apesar de parecer pouco, é necessário lembrar que se trata de uma cidade flutuante.
Por ora, a novidade não passa de um conceito e a empresa italiana espera conseguir tirar a ideia do papel e já até imaginou um estaleiro de 390 mil m² que seria utilizado para construir e abrigar um navio na Arábia Saudita.
Além de planejar desenvolver uma cidade flutuante, a italiana desenvolveu uma moto aquática com hidropropulsão de ponta que possui um design futurista chamado de Capsule GT-F. O modelo é basicamente uma moto de grande porte, onde seu interior pode ser configurado tanto para uso privado como comercial. Sua carcaça, une fibra de carbono e fibra de vidro, isto é, todo o casco é muito resistente e muito leve.
O sistema de propulsão também pode variar, podendo ser movido a diesel, gasolina e até totalmente elétrica. Dependendo da configuração, o veículo pode gerar até 1200 cavalos.
A moto aquática utiliza um sistema de hidrofólios, que reduzem os solavancos em águas agitadas, funcionando como um tipo de asa que atua como superfície de elevação do veículo. A empresa afirma que o veículo pode subir até um 1 metro sobre a superfície da água e atingir 111 km/h em aceleração máxima.
A General Motors anunciou no último ano a aquisição de uma porcentagem na empresa Pure Watercraft, especializada no desenvolvimento de soluções para barcos e navios elétricos. As empresas visam promover a sustentabilidade através de uma ampliação da mobilidade de emissões com o transporte marítimo.
O anúncio da parceria da GM e PW está dentro do investimento total da General no valor de US$ 35 bilhões até a metade da década em tecnologia de automóveis elétricos e autônomos, incluindo as pesquisas para aprimorar o desempenho e reduzir os preços das baterias. É importante destacar que a GM está em busca da liderança no mercado de veículos elétricos na América do Norte.
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