PETRÓLEO

Navio de pesquisa da Marinha do Brasil realizou exploração na Margem Equatorial

A Marinha do Brasil está expandindo seus esforços de exploração de petróleo ao explorar uma nova fronteira localizada entre os estados do Amapá e do Rio Grande do Norte. O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira”, subordinado à Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN), desempenha um papel fundamental nessa empreitada. Recentemente, o navio atracou no Porto de Belém (PA), entre os dias 30 de maio e 2 de junho, para reabastecimento e embarque de pesquisadores.

Avanço da pesquisa e inovação na exploração da Margem Equatorial brasileira

A Margem Equatorial Brasileira se estende por mais de 2.200 km ao longo da costa, desde o Amapá até o Rio Grande do Norte, e é considerada uma promissora fronteira para a exploração de petróleo em águas profundas e ultraprofundas no Brasil.

O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira” está desempenhando um papel crucial na coleta de dados geofísicos, geológicos, oceanográficos e biológicos nessa região estratégica. Os dados coletados contribuirão para uma compreensão mais profunda das reservas de petróleo e seu potencial de exploração, abrindo novas oportunidades para o desenvolvimento econômico da região e do país.

O NPqHo partiu da Base de Hidrografia da Marinha, em Niterói (RJ), no dia 3 de maio, e agora está subsidiando projetos científicos selecionados pelo Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação, Petrobras e Serviço Geológico do Brasil. Essa colaboração entre a Marinha e instituições científicas de destaque fortalece a pesquisa e a inovação no setor de exploração de petróleo e contribui para o desenvolvimento tecnológico do país.

A bordo do navio, além dos 130 militares, estão 28 pesquisadores de instituições renomadas, como Petrobras, Universidade de São Paulo (USP), Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), Universidade do Vale do Itajaí (Univali), Universidade Federal Fluminense (UFF), Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), Universidade Federal do Ceará (UFC) e Universidade Federal do Pará (UFPA).

Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira”: Explorando os oceanos em parceria com a Marinha do Brasil, Petrobras e Vale

A Marinha do Brasil conta com uma valiosa embarcação para a realização de pesquisas e estudos nos oceanos: o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira”. Essa poderosa embarcação foi incorporada à Marinha em 2015, como resultado de um acordo de cooperação entre a própria Marinha, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, a Petrobras e a Vale. O nome do navio presta uma homenagem ao Capitão de Fragata Manoel Antônio Vital de Oliveira, um herói que perdeu a vida em combate durante a Guerra do Paraguai.

Com impressionantes 78 metros de comprimento e uma boca (largura) de 20 metros, o Navio consegue atingir uma velocidade de 10 nós, o equivalente a cerca de 18,5 km/h. Sua autonomia é um destaque, permitindo navegar por até 30 dias ininterruptos sem a necessidade de paradas para reabastecimento. Essa capacidade de permanecer em alto-mar por longos períodos garante uma maior eficiência e produtividade nas pesquisas realizadas.

Esse navio foi cuidadosamente projetado para desempenhar múltiplas funções. Além de servir como plataforma marítima, ele é um verdadeiro laboratório oceânico flutuante. Equipado com 28 instrumentos especializados, o navio consegue realizar pesquisas em águas rasas e profundas.

Essa ampla gama de equipamentos de última geração dá ao navio uma característica especial, sendo carinhosamente conhecido como “Polvo Hidrográfico”. Essa alcunha é devida à sua capacidade de realizar diversas tarefas simultaneamente, assemelhando-se aos múltiplos tentáculos de um polvo.

O Navio de Pesquisa Hidroceanográfico “Vital de Oliveira” da Marinha do Brasil desempenha um papel essencial na exploração dos recursos naturais brasileiros, especialmente no que diz respeito ao petróleo. O navio é frequentemente empregado em missões relacionadas à pesquisa e prospecção de petróleo no litoral do Brasil. As riquezas encontradas no fundo do mar têm sido fundamentais para o desenvolvimento do país e para a garantia de sua soberania nas áreas marítimas.

Redação Petrosolgas

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