Foto: Portos e navios
As exportações de petróleo e de cana-de-açúcar no mercado brasileiro atingiram um recorde diário de 615,7 mil toneladas, dobrando a meta anterior registrada em dezembro do ano passado, que foi de 257 mil toneladas. Nesse ritmo, as exportações dispararam, de acordo com dados do governo federal divulgadas na segunda-feira (12). O país agora acumula mais de 4 milhões de toneladas embarcadas nesse tempo, e desde dezembro do ano passado, o país totalizou cerca de 5,91 milhões de toneladas de petróleo, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior – Secex.
O avanço nas exportações de açúcar ocorre em um momento onde está sendo ampliada a produção da mesma no Centro-Sul do país, e até o momento já foi exportado mais de 1 milhão de toneladas no total, e só no ano passado, o Brasil exportou mais de 1,94 milhão de toneladas do insumo.
Ao lado do petróleo, o açúcar foi destaque em exportação, onde a média diária de embarques alcançou mais 152,6 mil toneladas até o dia 12 de dezembro, contra a média de 84,5 mil toneladas exportadas em dezembro do ano passado. O produto vem tendo uma forte demanda no mercado mundial, com preços que favorecem os produtores.
Segundo a Datagro, que faz análises de consultoria agrícola independente, mostra que a produção do produto no Centro-Sul do país deve ficar entre 36 milhões a 38,5 milhões de toneladas na safra 2023/24, que se iniciará no mês de abril de 2023, porém isso varia, uma vez que depende do comportamento dos preços da gasolina e do petróleo, fora o cenário econômico atual.
No mês de novembro, as exportações foram carregadas principalmente pelo setor agropecuário, indústria de transformação e indústria extrativa.
Se comparar aos meses de novembro desse ano, e do ano de 2021, é possível observar o desempenho dos setores pela média diária onde atingiram: US$ 96,19 milhões (60,8%) só em agropecuária; crescimento de US$ 90,17 milhões (34,4%) em indústria extrativa e crescimento de US$ 139,91 milhões (21,5%) em produtos da indústria de transformação.
Na indústria agropecuária, o destaque foi a exportação de milho em grãos; já na indústria extrativa, onde se teve crescimento foi principalmente nas vendas de óleos brutos de petróleo; e na indústria de transformação, foi observado um crescimento nos principais produtos, com aumento significativo do volume exportado e valor da carne bovina e dos combustíveis.
A China é uma das maiores importadoras de produtos brasileiros, e no mês de novembro registrou um aumento dessas importações pelo segundo mês consecutivo. Segundo o ministro da economia, Herlon Brandão: “Isso inverteu o sinal da exportação para a China que agora passa a ser de um pequeno aumento de 0,2% no acumulado do ano”.
O Brasil, conforme o superávit, mais vendeu ao exterior do que comprou dele, desse modo, recebeu mais dinheiro enviando insumos do que gastou comprando-os. Para atingir o equilíbrio no saldo dos cofres, é preciso atingir valores iguais, tanto na exportação como na importação. E quando o inverso acontece, no caso o déficit, onde o país mais compra do que exporta, acaba gerando uma dívida, já que tem que enviar mais dinheiro do que recebeu.
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