Foto: Brasil Energia
Mais de 20 milhões m³/dia de gás natural serão produzidos no estado de Sergipe. O gás natural será canalizado do mar, e terá início a partir de 2026, com produção em larga escala que impulsionará o setor de petróleo e gás do estado de Sergipe. Tal patrimônio representará cerca de 20% da produção nacional do setor de petróleo e gás, o que o torna um fator importante para captação de novos empreendimentos com alto consumo de gás, como termelétricas, vidros, indústria de fertilizantes, petroquímica, cerâmica e outras.
De acordo com dados do setor de petróleo e gás, a expectativa é de que sejam aplicados mais de R$ 60 bilhões em investimentos ao ano, o que fará a indústria triplicar sua produção e fomentar a geração de mais de 4 milhões de novos empregos nos próximos cinco anos em Sergipe.
A Lei do Gás deu ao estado de Sergipe esperança no quesito desenvolvimento econômico, tornando o cenário promissor. A lei do gás foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República em abril do ano passado.
“A Sergás compra gás ao produtor, atualmente a Petrobras, e distribui aos seus consumidores. A quebra do monopólio permite que outros agentes comercializem e participem de chamadas públicas e licitações”, ressaltou o diretor presidente da Sergás, Valmor Barbosa.
A regulamentação do setor de petróleo e gás foi decisivo para a abertura do mercado de gás, o que criou uma oferta maior, uma competitividade maior, realizações e investimentos que só serão possíveis porventura da nova lei.
O gás natural é considerado o combustível da transição energética e pode ser encontrado aos montes nos reservatórios do pré-sal, porém é pouco aproveitado. Além de ser pouco usado nas casas brasileiras, o mesmo é o principal insumo das industrias de alguns segmentos como as ceramistas e vidreiras. O Brasil não aproveita maior parte do gás natural extraído do pré-sal por falta de infraestrutura de escoamento.
“A produção brasileira nacional de gás, principalmente com a entrada de novos campos offshore, tende a dobrar até o final do dessa década. A rede precisa crescer, interconectar esse gás que está offshore, porque é importante que você consiga trazer ele para terra para que ele possa ser ofertado para as indústrias, consumidores, para geração termoelétrica. É um volume grande que precisa ser transportado para atender a demanda” ressaltou o presidente da Associação de Empresas de Transporte de Gás Natural por gasoduto (ATGás), Rogério Manso.
O estado de Sergipe já passa por grandes transformações no setor energético, desde que a Nova Lei do Gás foi aprovada, que teve como relator no Congresso Nacional o deputado federal Laércio Oliveira. Com a retomada da produção de ureia e amônia pela Unigel Agro Sergipe (antiga Fafen-SE), que teve uma unidade de fertilizantes nitrogenados inaugurada no mês de maio e marcou o desenvolvimento industrial e colocou o estado no topo, no que se diz referência no segmento de fertilizantes nacional.
O retorno das operações da Unigel Agro Sergipe tornou possível a retomada de mais de 1 mil trabalhadores ao setor, além das empresas que fazem transporte após ficarem 02 longos anos inoperantes.
“A Unigel é uma empresa que está sempre pronta a investir para aumentar a sua produção e ser partícipe do desenvolvimento econômico e social do país e do estado de Sergipe. A condição para isso foi plantada com a nova Lei do Gás, um grande trabalho do deputado Laércio Oliveira”, ressaltou Eduardo Barreto, diretor da Unigel.
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