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A Equinor, empresa norueguesa do setor energético, anunciou nesta semana a assinatura de um acordo com a Denham Capital para a compra da Rio Energy, empresa de energia renovável em terra no Brasil. Esta compra marca a entrada da empresa no mercado de energia eólica e energia solar brasileiro.
O portfólio inclui o parque de energia eólica onshore Serra da Babilônia 1, com 200 MW de capacidade na Bahia, uma carteira de projetos solares fotovoltaicos em pré-construção de 600 MW, e mais cerca de 1,2 GW em projetos de energia solar e eólica em terra.
A transação inclui ativos selecionados e colaboradores, enquanto a Denham Capital manterá outros ativos. Desta forma, a Equinor terá 100% na Rio Energy. A companhia afirmou que manterá a atual equipe de gerenciamento e um total de cerca de 140 colaboradores.
Segundo o vice-presidente executivo para as Energias Renováveis da Equinor, Pål Eitrheim, a companhia está à procura de uma melhor posição de importância no setor de energia renovável brasileiro. Eitrheim afirma que o setor de energia eólica e energia solar é robusto e está em rápido crescimento.
A Rio Energy possibilitará à norueguesa impulsionar a geração de energia renovável e, consequentemente, o fluxo de caixa. Com ela a Equinor passou a ter uma plataforma para crescimento, ao mesmo tempo, em que acrescentou capacidade técnica e uma atraente carteira de projetos.
A estratégia da norueguesa para avançar com o negócio em energias renováveis em terra aposta na compra de empresas locais de mercados selecionados, aproveitando as equipes técnicas e o portfólio de projetos. Nos últimos anos, a companhia comprou várias empresas do setor, como a Wento na Polónia, a BeGreen na Dinamarca, a Noriker Power no Reino Unido e a East Point Energy nos EUA. A Rio Energy será uma subsidiária integral da Equinor, e sua equipe continuará desenvolvendo o atual portfólio de projetos.
A estimativa é que a carteira de projetos de energia solar e energia eólica adquirida traga uma taxa de retorno no limite superior do intervalo indicado pela Equinor de 4 a 8% do retorno real para projetos de energias limpas, incluindo o preço de compra. A energia renovável dos parques está prevista para ser vendida pela subsidiária Danske Commodities (DC), que recentemente estabeleceu um escritório comercial em São Paulo.
Segundo Verônica Coelho, country manager da Equinor no Brasil, para a empresa, ter a Rio Energy impulsionará a sua capacidade de desenvolver ainda mais seu portfólio como uma empresa de energia no Brasil. Ao estabelecer uma posição relevante em energias limpas no país, ao lado de um portfólio robusto de óleo e gás, a companhia está apoiando as ambições do Brasil rumo a uma matriz energética diversificada. A transação está sujeita às aprovações das autoridades regulamentares relevantes.
A Equinor divulgou nesta quarta-feira (26) uma queda de 57% no lucro do segundo trimestre em relação ao ano anterior, em linha com o esperado diante da queda dos preços do petróleo e do gás, entretanto manteve seus níveis de dividendos e recompra de ações.
O lucro ajustado antes de juros e impostos da companhia caiu para US$ 7,54 bilhões entre os meses de abril e junho, o que antes era de US$ 17,6 bilhões no ano anterior, amplamente em linha com os 7,64 bilhões de dólares previstos em uma pesquisa com 21 analistas compilada pela Equinor.
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