CSN - Metalurgia - imagem: CSN/Site oficial
A CSN Mineração é a segunda maior exportadora de minério de ferro do país, tendo reservas certificadas de mais de 3 bilhões toneladas. Tendo ativos de alto valor em conjunto com sua operação integrada, tudo isso faz possível que a CSN Mineração seja uma das empresas mais eficientes do setor, tendo uma posição de destaque no quesito custo e qualidade.
A obtenção da usina hidrelétrica, segundo comunicado, tem como finalidade o fortalecimento de estratégia de expansão da CSN Mineração, “através de investimentos em energia renovável e autoprodução para a maior competitividade”. A capacidade instalada da usina hidrelétrica de Quebra-Queixo é de 120 MW.
Ambas as companhias comemoraram a transferência, a qual a CSN passou à CSN Mineração os direitos e obrigações do contrato da usina hidrelétrica Quebra-Queixo com um investimento de R$ 428 milhões do fundo Astra infraestrutura I e a MBPI Infra, que são os que detêm a Companhia Energética de Chapecó, que controla a usina hidrelétrica. Porém, o contrato ainda passa por uma análise de aprovação por parte de autoridades governamentais, para assim ser fechado.
Contendo ativos de alta qualidade, a CSN Mineração, que é subsidiária da CSN contém em seu portfólio a mina Casa de Pedra, localizada em Congonhas – Minas Gerais (considerada um dos maiores complexos mineradores a céu aberto do país), onde o minério de ferro destinado à exportação é transportado pela MRS até o Porto de Itaguaí (TECAR), no estado do Rio de Janeiro.
A companhia detém também a mina de Arcos, localizada também em Minas Gerais, a qual produz três diversos tipos de calcário, utilizados como matéria-prima na fabricação de aço e produção de clínquer, compondo o cimento. E no estado de Rondônia, a CSN controla o setor de estanho (matéria-prima da folha de flandres), com a ERSA.
As empresas de mineração estão cada vez mais forçadas a basear seus negócios em questões ESG, porém, o que seria ESG? A sigla, derivada do inglês significa “environmental, social and governance”, e diz respeito às práticas ambientais, sociais e de governança de uma empresa.
Tal termo foi formulado lá em 2004, em uma publi do Pacto Global em parceria com o Banco Mundial, denominado de Who Cares Wins.
Os parâmetros ESG são referentes à 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), decretados pelo Pacto Global, iniciativa mundial composto então pela ONU e várias entidades internacionais.
“Hoje, as principais preocupações [dos investidores] estão relacionadas a aspectos ESG. No Brasil, especificamente, essas preocupações se concentram na letra E, então as empresas têm que mostrar todos os riscos e impactos de seus negócios e atividades para o meio ambiente”, disse recentemente à BNamericas Alexandre Pierantoni, chefe do setor de finanças corporativas e M&A de consultoria da empresa Kroll.
As ideias que sustentam os pilares do investimento ESG são arcaicas. Os principais economistas e pensadores já alertavam sobre os perigos dos danos ao meio ambiente ou os prejuízos causados por determinados produtos, ou práticas de negócios há séculos.
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