(Foto: Pexels)
A deflagrada greve dos trabalhadores de empresas da indústria automobilística dos Estados chegou ao seu quarto dia nessa segunda-feira, 18/9. Com reivindicações por aumentos salariais e pedidos expressos por melhores condições de trabalho, os funcionários das montadoras prosseguem de braços cruzados até o cumprimento integral das exigências, segundo informações do grupo sindical que representa a classe trabalhadora do setor, a United Workers Auto (UAW).
Entre os pedidos está o reajuste de 36%, a implementação de uma semana de trabalho de 4 dias e a garantia de benefícios sindicais em contratos temporários. As marcas afetadas – Ford, Stellantis e General Motors – apresentaram contrapropostas de aumento de salário em 20%, negadas pelo sindicato.
Em um vídeo publicado no início desta semana no site e demais redes sociais da UAW, o presidente do sindicato Shawn Fein afirmou que, caso as empresas não entrem em acordo ou haja um avanço significativo nas negociações até a próxima sexta-feira, 22/9, o movimento grevista continuará e haverá a adesão de novos membros ao Stand Up Strike (nome da ação).
“Continuaremos atingindo a empresa onde e quando precisarmos. E não vamos ficar esperando para sempre enquanto eles prolongam isso. Ou as Big Three (montadoras) vão direto ao assunto e trabalham conosco para avançar nas negociações ou mais trabalhadores serão chamados a levantar-se e a entrar em greve”, afirma Fein.
Os trabalhadores filiados a United Workers Auto participantes da greve serão assistidos em US$ 500 semanais. O dinheiro é proveniente de um fundo milionário do sindicato, estimado em mais de US$ 800 milhões.
A greve nas montadoras norte-americanas teve início na última sexta-feira, 15/9. O movimento ocorre simultaneamente em três parques fabris localizados nos estados americanos de Michigan, Missouri e Ohio.
Segundo informações de veículos de imprensa nos Estados Unidos, aproximadamente 12 mil funcionários – dos 146 mil que atuam – participam da paralisação.
Em nota divulgada no site da UAW, a greve é o ‘momento decisivo de nossa geração e de toda classe trabalhadora’. O comunicado indica ainda que o grupo irá defender os interesses das famílias e das comunidades dos trabalhadores da indústria automobilística.
Com a manutenção da greve, a projeção da UAW é que 24 mil veículos deixem de ser fabricados a cada semana. As três empresas paralisadas são responsáveis pela produção de 50% dos veículos em território norte-americano.
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