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Na esteira da revolução tecnológica, a China surpreende o mundo mais uma vez ao inaugurar um trem magnético que dispensa o uso de trilhos. Este avanço marcante, impulsionado pela CRRC Corporation, foi apresentado na cidade de Zhuzhou e representa uma resposta ousada aos desafios de mobilidade urbana enfrentados pelo país devido à sua vasta extensão territorial e densidade populacional.
O novo sistema, batizado de Autonomous Rail Rapid Transit (ART), destaca-se por utilizar tecnologia magnética de detecção do solo, permitindo que os trens circulem diretamente nas ruas, sem a necessidade de trilhos convencionais. Esse método inovador utiliza pneus de borracha em trajetórias pré-definidas, proporcionando uma solução flexível e adaptável às vias comuns, alcançando uma velocidade máxima de 70 km/h.
Uma característica notável do ART é a sua autonomia, dispensando a necessidade de um condutor, enquanto um sofisticado sistema autônomo de detecção de pedestres e obstáculos garante a segurança dos passageiros. Além disso, o modelo é movido a combustão, com a possibilidade de eletrificação por meio de energia pelo solo, reforçando o compromisso da China com tecnologias eficientes e sustentáveis.
O projeto despertou o interesse de outros países, como Catar e Austrália, que já estão de olho na possibilidade de adotar o ART. Enquanto na Europa existem trens magnéticos, nenhum utiliza a tecnologia do ART. Vale mencionar que, embora a China utilize trens com tecnologia semelhante à do Hyperloop, que opera com levitação magnética em tubos de vácuo, o ART representa uma abordagem única para a mobilidade urbana.
Em um cenário global de busca por soluções sustentáveis, o lançamento do primeiro trem magnético sem trilhos pela China destaca-se como um exemplo de inovação e eficiência. Este avanço tecnológico não apenas redefine a experiência de transporte público, mas também inspira outros países a investirem em soluções similares para enfrentar os desafios crescentes da mobilidade urbana no século XXI.
A China deu um passo monumental no campo da mobilidade urbana com o lançamento do primeiro trem sem trilhos do mundo, conhecido como Autonomous Rail Rapid Transit (ART). Desenvolvido pela renomada CRRC Corporation, este projeto inovador promete transformar a maneira como as pessoas se deslocam nas cidades.
O professor José Roberto Cardoso, coordenador do Laboratório de Eletromagnetismo Aplicado (LMAG) da Escola Politécnica da USP, destaca a eficiência e segurança do sistema: “Ele é muito seguro. Se aproxima muito bem da plataforma, não deixa aqueles vãos enormes que dificultam entrar no veículo. É de fato uma tecnologia chinesa muito eficiente.”
Embora atualmente opere a combustão, há planos para eletrificar o trem através do solo, seguindo uma abordagem semelhante ao VLT carioca. O professor Cardoso ressalta o compromisso da China com a eletrificação e a modernização de toda a cadeia de mobilidade, desde veículos individuais até trens de alta velocidade: “A China é emblemática, ela pegou toda a cadeia de mobilidade e eletrificou, desde o patinete até o trem de altíssima velocidade. Foi uma opção do país, com investimentos pesados, mas que vai ter um retorno muito grande no futuro.”
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