Foto: Hydrogen h2
O hidrogênio verde é considerado o “combustível do futuro”. Muito já se foi falado sobre ele, e como pode mudar o futuro neutro em carbono, porém a sua transformação do gás para combustível demanda uma quantidade enorme de energia. Desse modo, a atenção acerca dessa fonte de energia para que o produto final seja o hidrogênio verde é de suma importância.
A Unigel no decorrer de 60 anos, já investiu e desenvolveu tecnologias para o atendimento das demandas do agronegócio e de indústrias. Porém, agora, mais do que nunca, a empresa segue rumo ao futuro neutro, livre de carbono, começando com a descarbonização das operações em vários setores, contribuindo no combate contra as mudanças climáticas.
A Unigel tem ciência da capacidade do Brasil na geração de energia solar e eólica, e também de hidrogênio verde. Desse modo, a companhia mantém em paralelo um projeto de hidrogênio verde e de amônia verde, em fábrica no Polo de Camaçari, na Bahia, provavelmente, o maior do mundo.
Serão instalados na primeira fase, três eletrolisadores de 20 MW, que são o padrão, da Thyssenkrupp Nucera e capacidade total de 60 MW no Polo Industrial de Camaçari (BA).
Na segunda fase, com previsão de entrada para operação até 2025, será possível quadruplicar a produção de hidrogênio verde e amônia verde. Com investimentos de mais de US$ 100 milhões, a fábrica deverá entrar em operação até o final do ano que vem.
O anúncio sobre a nova fábrica foi feito com a participação de líderes políticos dos governos federal e estadual, além de empresários de todo o Brasil O governador da Bahia, Rui Costa esteva presente e na cerimônia concedeu o título de cidadão baiano ao fundador e presidente do conselho de administração da Unigel, Henri Slezynger.
“Sempre acreditamos que desenvolver o entorno de um empreendimento cria um ciclo de crescimento virtuoso e consistente. Por isso investimos na formação de jovens e crianças e, ao mesmo tempo, buscamos fortalecer toda a cadeia econômica onde estamos inseridos, sempre gerando empregos e novas oportunidades no mercado”, disse Slezynger.
Sendo um dos elementos mais abundantes de todo o universo, uma das formas de produzi-lo é por meio de processamento térmico. O qual o vapor reage com o combustível de hidrocarboneto, fazendo assim produzir hidrogênio. Tendo uma variação diversa, os combustíveis para sua produção vão desde o gás natural ao diesel e biogás, por exemplo.
É possível produzi-lo também por meio da eletrólise. Desse modo, dois eletrodos (um tipo de barra de metal) ligados a uma fonte de energia são postos em um recipiente com água. As barras contem diferentes polaridades, e a energia que passa por elas separa o hidrogênio que está presente na água.
Tal processo uma carga de energia excessiva, porque sua eficiência energética é de cerca de 80%. O que significa que, para gerar 80 quilowatts/quilo, seriam necessários 100 kWh de eletricidade. Neste tipo de produção, é possível que a emissão de carbono seja zero. Mas isso depende muito da fonte de eletricidade a ser usada.
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