Foto: Divulgação
O sindicato dos trabalhadores da indústria automobilística dos Estados Unidos, United Auto Workers (UAW) anunciou nesta sexta-feira, 22/9, a expansão do movimento grevista ‘Stand Up Strike’ nos parques fabris de três entres as maiores montadoras no país. A data simboliza o último prazo imposto pela UAW para um acordo antes das novas paralisações.
De acordo com as informações divulgadas pelo presidente da UAW, Shawn Fein, mais de 5 mil trabalhadores se juntam aos atuais 12 mil grevistas. Das três empresas afetadas pela greve – General Motors, Stellantis e Ford – apenas a última, segundo o sindicato, realiza ‘progressos reais’ nas negociações.
Com o avanço do acordo na Ford, a nova paralisação afetará somente a General Motors e a Stellantis. Ao todo, o indicativo de greve afeta 38 fábricas instaladas em 20 estados, que permanecerão com as atividades paralisadas até o cumprimento das exigências.
“Como vocês sabem, entregamos nossas demandas às empresas há dois meses. Eles perderam um mês inteiro sem responder. Muitas pessoas disseram que isso não poderia ser feito, mas nós simplesmente fizemos. Conquistamos, pela primeira vez na nossa história, o direito de greve devido a paralisação das fábricas durante a vigência do nosso acordo. Esta é uma vitória importante na nossa luta para salvar os nossos empregos, manter as famílias unidas e evitar que as nossas comunidades sejam destruídas.”, diz um trecho de um comunicado divulgado pela UAW em seu site.
Na última sexta-feira, 15/9, os trabalhadores da indústria automobilística norte-americana iniciaram um movimento de greve que anseia por melhores condições de trabalho e remunerações mais justas – como um aumento salarial de 36% – entre outros pontos.
Segundo informações de veículos de imprensa dos Estados Unidos à época, aproximadamente 12 mil funcionários – dos 146 mil que atuam nas montadoras – participam inicialmente da paralisação. A greve é organizada pela United Workers Auto (UAW), sindicato do setor.
Em nota publicada na semana anterior, a UAW diz alegou que a ação seria o ‘momento decisivo de nossa geração e de toda classe trabalhadora’, e enfatizou que o grupo iria defender os interesses das famílias e das comunidades dos trabalhadores da indústria automobilística.
Ainda segundo estimativas da UAW, pelo menos 24 mil veículos não serão fabricados por semana com a manutenção da greve. As três empresas afetadas pela paralisação dos trabalhadores são responsáveis pela produção de 50% dos veículos em território norte-americano.
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