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Você já parou para pensar como algumas coisas eram descobertas antes da ciência moderna? Um ótimo exemplo disso é o fato de que humanos aprendiam sobre plantas tóxicas por meio de tentativa e erro, compartilhando conhecimento dentro das comunidades. A mandioca é o principal exemplo desse fenômeno, onde o aprendizado de que a versão brava era venenosa exigiu anos de experimentação. Essa evolução cultural, semelhante à teoria da seleção natural de Darwin, demonstra como o conhecimento humano foi moldado ao longo dos anos. Agora, experimentos modernos, como os da Universidade de Exeter, ilustram como a aprendizagem foi aprimorada ao longo das gerações, mesmo sem compreender completamente os motivos.
Antes da era da ciência, os humanos contavam com tentativa e erro para descobrir quais plantas eram tóxicas. Essa aprendizagem era compartilhada dentro das comunidades, num processo essencial para a evolução cultural. Esse método de descoberta lembra a teoria da evolução das espécies proposta por Charles Darwin. Assim como na seleção natural, os acertos eram transmitidos às gerações seguintes, moldando o conhecimento humano ao longo dos anos.
Um exemplo marcante desse aprendizado é a domesticação da mandioca, planta nativa da Amazônia. Tanto a variedade “mansa” quanto a “brava” contêm glicosídeo cianogênico, um veneno letal, especialmente presente na versão brava. No entanto, a descoberta de que a mandioca podia ser tóxica cruamente consumida levou anos de experimentação.
Hoje, se entende a importância de cozinhar a mandioca para tornar o seu consumo seguro, mas no passado, esse conhecimento era resultado de tentativa e erro. Os primeiros consumidores da mandioca desenvolveram rituais e técnicas de preparo que garantiam sua segurança. Esses métodos foram refinados ao longo de milhares de anos, mesmo sem conhecimento da toxina presente na planta.
Da construção de abrigos ao domínio do fogo, os humanos precisaram aprender e aprimorar habilidades essenciais para a sobrevivência, muitas vezes através de tentativa e erro, ao longo da história. Pesquisadores da Universidade de Exeter realizaram um experimento para compreender melhor como os humanos aprendem conceitos complexos. O estudo mostrou que mesmo sem entender totalmente o motivo, as gerações posteriores podem aprimorar técnicas aprendidas.
Assim como no experimento da roda, onde os participantes aperfeiçoavam técnicas sem compreender completamente sua eficácia, os humanos ao longo da história têm evoluído seu conhecimento, incluindo a descoberta e o manejo de plantas tóxicas, através da colaboração e do aprendizado coletivo, muito antes da ciência moderna surgir.
Muitas espécies de plantas ao redor do mundo possuem compostos tóxicos que podem ser prejudiciais à saúde humana. Um exemplo disso é a mandioca, uma planta cultivada na Amazônia e em outras regiões tropicais. A mandioca contém glicosídeo cianogênico, um veneno letal, especialmente presente em sua variedade “brava”.
Antes da ciência moderna, os humanos aprenderam através de tentativa e erro a identificar quais partes da planta eram seguras para o consumo, desenvolvendo técnicas de preparo que reduziam a toxicidade, como o cozimento prolongado das folhas.
Além da mandioca, outras plantas como a cicuta, o ricino e a trombeta-dos-anjos são conhecidas por conterem substâncias tóxicas. Essas plantas, quando ingeridas ou mesmo em contato com a pele, podem causar desde desconforto gastrointestinal até sintomas mais graves, como convulsões e até mesmo a morte. Dessa forma, a identificação e o conhecimento dessas plantas eram fundamentais para a sobrevivência das comunidades antigas, que aprendiam a evitar ou a utilizar essas plantas com cautela.
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