Foto: Cesar Duarte/Agência Petrobras
Após anunciar um novo contrato com a Toyo Setal na última semana do mês de março, a Petrobras está com novas projeções para suas operações futuras. A companhia utilizará o acordo com a nova parceira para acelerar o projeto de construção da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Polo Gaslub de Itaboraí. Assim, a previsão é que a unidade entre em operação já no ano de 2024.
Recentemente, a Petrobras fez um anúncio positivo sobre as suas operações futuras no mercado de gás natural brasileiro. Ela firmou um novo contrato com a companhia Toyo Setal para dar continuidade ao projeto de construção da UPGN do Polo Gaslub, em Itaboraí.
A empresa estava com o plano de construção da planta paralisado desde junho de 2022, quando sofreu com alguns problemas contratuais envolvendo a Kerui-Método. Agora, ela já está com um novo contrato firmado para dar continuidade ao projeto. A UPGN é uma importante etapa para o desenvolvimento do Polo Gaslub, cujo objetivo é maximizar o uso do gás natural produzido na região, contribuindo para os avanços da companhia no segmento energético.
Após o longo período de suspensão do plano, a Petrobras corre contra o tempo junto à Toyo Setal, visto que afirmou que colocará a planta em operação já no ano de 2024. Além disso, ela destacou que as demais atividades do polo, incluindo as unidades auxiliares localizadas no Polo GasLub, dutos submarino e terrestre, já estão em andamento.
Com a conclusão da UPGN prevista para 2024, a Petrobras espera fortalecer a sua posição no mercado de gás natural e aumentar a sua capacidade de processamento e produção de produtos derivados do gás. A nova gestão de Prates pode contribuir fortemente para a finalização do projeto, visto que o novo presidente da estatal está mirando no mercado brasileiro durante a sua gestão.
Vale lembrar que a construção da UPGN do Gaslub estava a cargo de um consórcio formado pela empresa chinesa Kerui e pela brasileira Método. No entanto, em julho do ano passado, a Petrobras optou por cancelar o contrato com o consórcio devido a desentendimentos em relação aos custos das obras. Como resultado, o consórcio demitiu cerca de 2 mil trabalhadores que estavam envolvidos na construção da UPGN.
O valor originalmente orçado pelos chineses para a construção da UPGN era de cerca de R$ 2 bilhões, mas esse valor acabou sendo elevado para mais de R$ 3 bilhões devido a variações cambiais, impactos da pandemia e mudanças no projeto. Esse problema acabou atrasando a conclusão das obras da UPGN, o que prejudicou o desenvolvimento do Polo Gaslub e a produção de gás natural na região.
Agora, com a Toyo Setal, a Petrobras conseguirá finalizar o projeto da UPGN e colocar em operação a planta, que terá capacidade de processamento de até 21 milhões de m³ por dia.
Dessa forma, pode-se concluir que, conforme o plano estratégico da Petrobras, a operação da UPGN do Polo Gaslub deve ser iniciada já em 2024. O novo contrato com a Toyo Setal para o projeto contribuirá fortemente para acelerar o plano de obras que estava paralisado.
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