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A situação da campanha da Petrobras na Foz do Amazonas está ainda mais delicada. Após ter a licença ambiental negada pelo Ibama, a empresa afirmou que recorrerá para a exploração de petróleo na região. Agora, o presidente Lula afirmou que tomará as próximas decisões relacionadas ao projeto, reforçando que não haverá exploração caso o risco para a Floresta Amazônica seja claro.
Em uma coletiva recente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abordou a questão controversa da exploração de petróleo na região amazônica, reafirmando seu compromisso em resolver a questão. Conhecida como “novo pré-sal”, a área da Foz do Amazonas tem gerado um intenso debate entre políticos, especialmente aqueles que representam a região amazônica.
O senador Randolfe Rodrigues (AP), anteriormente membro do partido Rede Sustentabilidade, tem sido um defensor fervoroso da exploração dessa região, mas agora mudou de posição após a decisão do Ibama, em colaboração com Marina Silva, em negar a licença de exploração à Petrobras. O presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho, decidiu na quarta-feira rejeitar o pedido da Petrobras para a exploração de petróleo na região.
A empresa estatal de petróleo manifestou surpresa com a decisão e anunciou sua intenção de recorrer. A decisão de Agostinho foi baseada na análise técnica conduzida pelo órgão, que identificou uma série de inconsistências e ressaltou a notável sensibilidade socioambiental da área. A necessidade de avaliações mais abrangentes e aprofundadas também foi enfatizada, levando a uma série de discussões em torno do tema.
Em sua passagem pelo Japão, o presidente Lula garantiu aos repórteres que, se riscos reais fossem identificados, a exploração seria vetada. Apesar disso, ele disse que não crê que a campanha de exploração de petróleo possa causar problemas na área. Enfatizando a distância geográfica da Foz para a Amazônia, a qual é de 530 quilômetros, o presidente sugeriu que o impacto potencial na região seria mínimo.
Apesar das preocupações levantadas por ambientalistas, Lula reafirmou o compromisso inabalável de seu governo com a sustentabilidade. Além disso, ele reforçou a sua meta ambiciosa de alcançar o desmatamento zero na Amazônia até 2030. A conservação ambiental emergiu como um tópico crucial durante a cúpula do G7.
Com orgulho, o ex-presidente declarou que o Brasil recuperou sua posição no cenário internacional e está disposto a ajudar a comunidade global a alcançar as metas relacionadas às mudanças climáticas. Lula ressaltou que o Brasil possui a “autoridade moral” para participar ativamente das discussões mundiais sobre o assunto.
No entanto, ele enfatizou que as nações mais ricas devem honrar seus compromissos, incluindo o apoio financeiro, conforme acordado em cúpulas multilaterais. Por fim, Lula ressaltou ainda o importante papel das comunidades indígenas como potenciais guardiãs da Amazônia, tanto no Brasil como nos países vizinhos.
Ele defendeu a formação de uma aliança entre o Congo, a Amazônia e outras regiões, com o objetivo de proteger as florestas. Apesar de todas as declarações em apoio à descarbonização, as falas do presidente Lula quanto ao futuro do projeto da Petrobras na exploração de petróleo na Foz do Amazonas poderá seguir repercutindo no Brasil e no mundo.
Dessa forma, segundo as falas ditas pelo presidente, podemos concluir que Lula reforçou que a Foz do Amazonas não passará pela exploração caso haja risco à floresta. Além disso, ele revelou que retornará ao Brasil e decidirá se a Petrobras seguirá com o projeto de petróleo ou não.
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