Foto: PetroReconcavo
Durante a última quinta-feira, (25/08), a Agência Nacional de Petróleo (ANP) deu mais um passo importante para o crescimento dos investimentos e da economicidade no ramo de exploração de petróleo e combustíveis no Brasil. Isso, pois ela aprovou uma resolução que permite a redução de custos de produção do combustível em campos de terra, uma vez que a alíquota da compensação financeira que as petroleiras pagam aos proprietários dos campos deverá ser diminuída.
O mercado de combustíveis nacional vem enfrentando uma série de questões e problemas que trouxeram uma forte instabilidade nos últimos meses, mas o Governo Federal busca agora contornar a situação e trazer benefícios ao ramo.
Dessa forma, a ANP aprovou uma nova resolução que permite um novo benefício aos produtores, a redução de custos de produção de petróleo em campos em terra com a diminuição do pagamento das petroleiras aos proprietários das áreas.
Assim, a nova resolução da ANP abre caminho para uma redução para 0,5% da alíquota da compensação financeira paga pelas petroleiras aos proprietários das terras onde são realizadas atividades de exploração e produção.
Apesar disso, a regra-geral da cobrança dos custos de produção quanto a esse valor continuará sendo um percentual de 1% sobre a receita bruta, permitindo como exceção a alíquota de 0,5% para campos marginais, bem como a produção nos chamados campo-escola.
No entanto, a ANP conseguiu garantir uma flexibilização maior para a cobrança dessa parcela dos custos de produção, diminuindo agora para entre 0,5% e 1%. A decisão da ANP não alterará o curso de produção e exploração nacional nos campos que já estão nessa fase, mas garantirá benefícios aos projetos que surgirão no futuro do mercado de óleo e gás no Brasil.
Isso, pois a redução de custos na exploração do petróleo garante mais atratividade e, consequentemente, uma economicidade maior com o desenvolvimento de novos projetos de óleo e gás durante os próximos anos.
A redução nos custos de produção com a diminuição do pagamento da alíquota da compensação financeira que as petroleiras pagam aos proprietários dos campos trará um forte impacto ao segmento de óleo e gás no Brasil.
Para fins de comparação, somente durante o ano de 2021, foram pagos R$ 144,5 milhões a proprietários de terra, referentes a 1.619 contratos de campos terrestres, e a ANP agora busca reduzir esses gastos com a produção do recurso.
Além disso, a agência vai rever também o preço de referência usado no cálculo dos royalties, para beneficiar pequenos e médios produtores. A decisão foi anunciada no decreto 11.175/2022, editado na última quinta-feira, e prevê que a agência poderá “corrigir eventuais distorções na metodologia do preço de referência e, simultaneamente, reforçar as políticas públicas que visam ao aumento da participação de empresas de pequeno e médio porte”.
Já no mês de junho, o CNPE também aprovou a redução dos royalties para o piso legal de 5% previsto na Lei do Petróleo (9.478/1997) em campos com produção ou economicidade consideradas marginais. Dessa forma, os órgãos do setor de óleo e gás trabalham para garantir a estabilidade do mercado.
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